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Empresas

Posco quer ser parceira da Aço Cearense no CE

10/07/2013 | 10h02

 

A sul-coreana Posco, uma das sócias da Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP), pretende beneficiar o aço a ser produzido na planta cearense também no estado. Em visita à Coreia do Sul, onde encontrou os diretores da empresa e ainda da Dongkuk, a outra sócia da CSP, o presidente do Conselho de Desenvolvimento Econômico do Ceará (Cede), Alexandre Pereira, informou que a Posco confirmou o interesse em se associar ao Grupo Aço Cearense para a construção de uma laminadora com capacidade de produção de uma tonelada de aço laminado por ano. Ainda de acordo com ele, também existe a possibilidade da Dongkuk participar do projeto.
Conforme disse, para dar andamento ao processo, novas reuniões devem acontecer nos próximos dias e, em breve, um outro encontro será realizado em Fortaleza, entre os presidentes da Posco e da Aço Cearense, contado com a presença do governador Cid Gomes.
Fornecimento
Como a CSP está sendo instalada na Zona de Processamento de Exportação (ZPE) do Pecém, ela poderá, por lei, destinar até 20% de toda a sua produção, que será de três milhões de toneladas de placas de aço anuais, em sua primeira fase, para o mercado interno. Assim, a siderúrgica poderia reservar até 600 mil toneladas por ano para a nova usina.
Contudo, de acordo com Pereira, é de interesse dos investidores sul-coreanos que essa parcela para o mercado interno possa ser elevada para 40%, como já defende medida que tramita no Congresso Nacional e no Senado e é defendida pela Associação Brasileira de ZPEs (Abrazpe). Assim, a CSP estaria liberada a destinar até 1,2 milhão de toneladas por ano ao mercado nacional.
Negociações
A ideia apresentada é que toda a produção para o mercado interno da CSP fique com a laminadora, que, possivelmente, também se instalaria na ZPE. A Posco é a terceira maior produtora de aço do mundo, e já vinha em conversações com o grupo Aço Cearense. O interesse da Dongkuk no empreendimento, só foi revelado agora.
Participaram do encontro, além do presidente do Cede, o presidente da Aço Cearense, Vilmar Ferreira, o vice-presidente, Ian Corrêa, e executivos das duas empresas sul-coreanas. Ferreira já havia divulgado a intenção de construir uma laminadora no Ceará, mas estava em busca de um sócio para concretizar o empreendimento.
Uma usina laminadora realiza a etapa posterior à que realizará a CSP. Esta produzirá placas de aço que, por meio da laminação, são transformadas em chapas de aço, a serem utilizadas nas indústrias automobilística, naval, de eletrodomésticos de linha branca, de equipamentos de energia eólica, etc. A Dongkuk, por exemplo, é uma das maiores compradoras de placas de aço do mundo, que são laminadas em suas usinas na Coreia do Sul. A confirmação do empreendimento é mais um passo para o estabelecimento de um polo metal-mecânico no Ceará, que há décadas foi sonhado para o estado.
CSP
Na atual estrutura acionária da CSP, durante essa fase de implantação, a Dongkuk possui 30% das ações da joint-venture, e a Posco, 20%. A outra metade das ações fica com a brasileira Vale. Até três anos após a entrada em operação da usina, os dois sócios coreanos terão direito à compra (call option) de metade das ações da Vale (25%).
Durante a visita da comitiva cearense, foi informado que, no ano que vem, a CSP estará gerando 23 mil empregos, sendo 15 mil deles diretos e os oito mil restantes, indiretos.
Agenda
O presidente do Cede continua essa semana com agenda oficial na Coreia do Sul. Nesta quarta-feira (10), deverá, a convite dos empresários da Dongkuk e da Posco, encontrar-se com outros investidores sul-coreanos. Amanhã, conhecerá a fábrica de elevadores e a torre de testes da Hyundai, empresa que construirá uma planta industrial de elevadores no Complexo Industrial e Portuário do Pecém (Cipp). Na sexta-feira, Pereira terá reunião com a chairwoman da empresa, Hyun Jeong-eun.

A sul-coreana Posco, uma das sócias da Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP), pretende beneficiar o aço a ser produzido na planta cearense também no estado. Em visita à Coreia do Sul, onde encontrou os diretores da empresa e ainda da Dongkuk, a outra sócia da CSP, o presidente do Conselho de Desenvolvimento Econômico do Ceará (Cede), Alexandre Pereira, informou que a Posco confirmou o interesse em se associar ao Grupo Aço Cearense para a construção de uma laminadora com capacidade de produção de uma tonelada de aço laminado por ano. Ainda de acordo com ele, também existe a possibilidade da Dongkuk participar do projeto.


Conforme disse, para dar andamento ao processo, novas reuniões devem acontecer nos próximos dias e, em breve, um outro encontro será realizado em Fortaleza, entre os presidentes da Posco e da Aço Cearense, contado com a presença do governador Cid Gomes.



Fornecimento


Como a CSP está sendo instalada na Zona de Processamento de Exportação (ZPE) do Pecém, ela poderá, por lei, destinar até 20% de toda a sua produção, que será de três milhões de toneladas de placas de aço anuais, em sua primeira fase, para o mercado interno. Assim, a siderúrgica poderia reservar até 600 mil toneladas por ano para a nova usina.


Contudo, de acordo com Pereira, é de interesse dos investidores sul-coreanos que essa parcela para o mercado interno possa ser elevada para 40%, como já defende medida que tramita no Congresso Nacional e no Senado e é defendida pela Associação Brasileira de ZPEs (Abrazpe). Assim, a CSP estaria liberada a destinar até 1,2 milhão de toneladas por ano ao mercado nacional.



Negociações


A ideia apresentada é que toda a produção para o mercado interno da CSP fique com a laminadora, que, possivelmente, também se instalaria na ZPE. A Posco é a terceira maior produtora de aço do mundo, e já vinha em conversações com o grupo Aço Cearense. O interesse da Dongkuk no empreendimento, só foi revelado agora.


Participaram do encontro, além do presidente do Cede, o presidente da Aço Cearense, Vilmar Ferreira, o vice-presidente, Ian Corrêa, e executivos das duas empresas sul-coreanas. Ferreira já havia divulgado a intenção de construir uma laminadora no Ceará, mas estava em busca de um sócio para concretizar o empreendimento.


Uma usina laminadora realiza a etapa posterior à que realizará a CSP. Esta produzirá placas de aço que, por meio da laminação, são transformadas em chapas de aço, a serem utilizadas nas indústrias automobilística, naval, de eletrodomésticos de linha branca, de equipamentos de energia eólica, etc. A Dongkuk, por exemplo, é uma das maiores compradoras de placas de aço do mundo, que são laminadas em suas usinas na Coreia do Sul. A confirmação do empreendimento é mais um passo para o estabelecimento de um polo metal-mecânico no Ceará, que há décadas foi sonhado para o estado.



CSP


Na atual estrutura acionária da CSP, durante essa fase de implantação, a Dongkuk possui 30% das ações da joint-venture, e a Posco, 20%. A outra metade das ações fica com a brasileira Vale. Até três anos após a entrada em operação da usina, os dois sócios coreanos terão direito à compra (call option) de metade das ações da Vale (25%).


Durante a visita da comitiva cearense, foi informado que, no ano que vem, a CSP estará gerando 23 mil empregos, sendo 15 mil deles diretos e os oito mil restantes, indiretos.



Agenda


O presidente do Cede continua essa semana com agenda oficial na Coreia do Sul. Nesta quarta-feira (10), deverá, a convite dos empresários da Dongkuk e da Posco, encontrar-se com outros investidores sul-coreanos. Amanhã, conhecerá a fábrica de elevadores e a torre de testes da Hyundai, empresa que construirá uma planta industrial de elevadores no Complexo Industrial e Portuário do Pecém (Cipp). Na sexta-feira, Pereira terá reunião com a chairwoman da empresa, Hyun Jeong-eun.

 



Fonte: Diário do Nordeste
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