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Internacional

Porto cubano terá mais recursos do BNDES

28/01/2014 | 09h52

 

Porto cubano terá mais recursos do BNDES
A presidente Dilma Rousseff anunciou ontem, em Havana, que o BNDES aumentará a ajuda financeira para que Cuba possa concluir construção de um porto estratégico para a região. Durante cerimônia de inauguração do porto de Mariel, a cerca de 45 quilômetros da capital cubana, Dilma informou que a segunda etapa de modernização do empreendimento contará com US$ 290 milhões em financiamento brasileiro para ampliação da zona especial portuária.
A presidente afirmou também que o Brasil quer se tornar parceiro econômico "de primeira ordem" de Cuba e que várias empresas brasileiras têm manifestado interesse pela zona especial do porto de Mariel. Dilma afirmou que são "grandes" as possibilidades de desenvolvimento industrial conjunto entre os dois países e destacou a área de indústria farmacêutica.
"O Brasil acredita no potencial humano e econômico de Cuba", afirmou Dilma. "Mesmo submetido a injusto embargo econômico, Cuba gera um dos três maiores volumes de comércio do Caribe, desempenho que aumentará substancialmente com a entrada em funcionamento do porto e da zona especial de desenvolvimento de Mariel", disse a presidente.
O porto foi construído pela brasileira Odebrecht, com financiamento do BNDES e será operado pela PSA, de Cingapura. Segundo informou a construtora, a revitalização do porto de Mariel incluiu a construção de 700 metros de cais para o terminal de contêineres, um centro de carga, pátios, redes de abastecimento de água e tratamento de resíduos e toda infraestrutura para o fornecimento de energia elétrica.
O novo terminal terá capacidade de movimentação de 1 milhão de contêineres (TEU) por ano. De acordo com a Odebrecht, foram gerados 7 mil empregos diretos e indiretos em Cuba e investidos US$ 957 milhões, sendo US$ 682 milhões financiados pelo Brasil. "Envolvemos nesse processo 400 empresas brasileiras", disse Dilma.
Segundo a presidente, o ano de 2013 foi "muito especial" para a parceria entre Brasil e Cuba, entre outros motivos, pelo estabelecimento de um voo semanal entre São Paulo e Havana, com estímulos para o turismo.
Em seu discurso, Dilma aproveitou para agradecer o governo cubano pelo apoio ao programa Mais Médicos. A partir de hoje, mais 2.000 médicos cubanos começarão a embarcar para o Brasil. "A participação dos médicos cubanos é amplamente aprovada pelo povo brasileiro e é uma prova efetiva do espírito de solidariedade e cooperação que preside a relação entre nossos países", disse a presidente.
Dilma quer fortalecer as parcerias na área de saúde com Cuba, como ocorreu com o Mais Médicos. No domingo, recebeu empresários locais da indústria farmacêutica e se comprometeu com eles a propor a aceleração da adequação dos protocolos para produção de medicamentos, o que permitirá às empresas do setor fazer novos investimentos no exterior.

A presidente Dilma Rousseff anunciou ontem, em Havana, que o BNDES aumentará a ajuda financeira para que Cuba possa concluir construção de um porto estratégico para a região. Durante cerimônia de inauguração do porto de Mariel, a cerca de 45 quilômetros da capital cubana, Dilma informou que a segunda etapa de modernização do empreendimento contará com US$ 290 milhões em financiamento brasileiro para ampliação da zona especial portuária.

A presidente afirmou também que o Brasil quer se tornar parceiro econômico "de primeira ordem" de Cuba e que várias empresas brasileiras têm manifestado interesse pela zona especial do porto de Mariel. Dilma afirmou que são "grandes" as possibilidades de desenvolvimento industrial conjunto entre os dois países e destacou a área de indústria farmacêutica.

"O Brasil acredita no potencial humano e econômico de Cuba", afirmou Dilma. "Mesmo submetido a injusto embargo econômico, Cuba gera um dos três maiores volumes de comércio do Caribe, desempenho que aumentará substancialmente com a entrada em funcionamento do porto e da zona especial de desenvolvimento de Mariel", disse a presidente.

O porto foi construído pela brasileira Odebrecht, com financiamento do BNDES e será operado pela PSA, de Cingapura. Segundo informou a construtora, a revitalização do porto de Mariel incluiu a construção de 700 metros de cais para o terminal de contêineres, um centro de carga, pátios, redes de abastecimento de água e tratamento de resíduos e toda infraestrutura para o fornecimento de energia elétrica.

O novo terminal terá capacidade de movimentação de 1 milhão de contêineres (TEU) por ano. De acordo com a Odebrecht, foram gerados 7 mil empregos diretos e indiretos em Cuba e investidos US$ 957 milhões, sendo US$ 682 milhões financiados pelo Brasil. "Envolvemos nesse processo 400 empresas brasileiras", disse Dilma.

Segundo a presidente, o ano de 2013 foi "muito especial" para a parceria entre Brasil e Cuba, entre outros motivos, pelo estabelecimento de um voo semanal entre São Paulo e Havana, com estímulos para o turismo.

Em seu discurso, Dilma aproveitou para agradecer o governo cubano pelo apoio ao programa Mais Médicos. A partir de hoje, mais 2.000 médicos cubanos começarão a embarcar para o Brasil. "A participação dos médicos cubanos é amplamente aprovada pelo povo brasileiro e é uma prova efetiva do espírito de solidariedade e cooperação que preside a relação entre nossos países", disse a presidente.

Dilma quer fortalecer as parcerias na área de saúde com Cuba, como ocorreu com o Mais Médicos. No domingo, recebeu empresários locais da indústria farmacêutica e se comprometeu com eles a propor a aceleração da adequação dos protocolos para produção de medicamentos, o que permitirá às empresas do setor fazer novos investimentos no exterior.



Fonte: Valor Econômico
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