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Petroquímica

Pólo Gás Químico começa a produzir em abril

16/02/2005 | 00h00
O pólo gás químico da Baixada Fluminense entra em operação no final do mês de abril, revelou o diretor superintendente da Rio Polímeros, João Armando Sartori Brandão, durante o seminário "Encontros regionais de competitividade e responsabilidade social", realizado nesta terça-feira (15/02), na Firjan.
Segundo Brandão, o polietileno produzido no Rio de Janeiro terá vantagens competitivas em relação à concorrência devido à disponibilidade local de gás - etano e propano - que geram polietileno de maior densidade dos que os produzidos no resto do país, a partir da nafta. "O Rio de Janeiro está bem localizado em relação a matérias primas e também em relação ao mercado", afirmou. Ele avaliou ainda que o estado será o maior produtor de polietileno já em 2007, quando responderá por 50% da produção nacional. A estimativa é de que a produção atinja 540 mil toneladas/ano, gerando faturamento de US$ 650 milhões. Da produção inicial, segundo o executivo, 20% atenderão ao mercado brasileiro, cabendo 30% da produção para as exportações.
O evento contou com a presença de prefeitos da região e a participação do presidente do Sistema Firjan, Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira. Ele anunciou diversas parcerias a serem firmadas nas áreas de educação e saúde com os municípios de Duque de Caxias, São João de Meriti, Belford Roxo, Guapimirim, Magé, Miguel Pereira e Paty do Alferes. Para Gouvêa Vieira, o novo pólo logo chegará a 85% de sua capacidade instalada, entrando, de imediato, na produção competitiva do mercado de polietileno do país.
O diretor da Rio Polímeros está otimista ainda quanto aos empregos e impostos que serão gerados pelo pólo: "Somente na fase de construção do pólo serão mais de cinco mil empregos. E os impostos a serem recolhidos, por ano, estão estimados em US$ 282 milhões. Só a arrecadação do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) deve alcançar US$ 93 milhões. De ICMS, o estado deve faturar US$ 88 milhões", concluiu.

Fonte: Redação
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