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Petroquímica

Politeno prevê atingir capacidade máxima em 2005

08/12/2004 | 00h00

Em 2005, a Politeno deverá, pela primeira vez em seus 30 anos de atuação, atingir a capacidade total de produção de polietileno, segundo relatório do novo orçamento apresentado aos acionistas no final de outubro e que deve ser ratificado até o fim deste mês. O polietileno é utilizado na fabricação de plástico.
Se confirmada a previsão, representará a produção de 360 mil toneladas da resina e projeta receita de R$ 1,5 bilhão, segundo o diretor-superintendente Jaime Sartori. "Nosso estilo sempre foi pé no fundo. Nunca reduzimos a carga por falta de onde pôr o produto", diz o executivo.
A Braskem, fornecedora de eteno, principal insumo utilizado na linha de produção da Politeno, havia programado uma parada técnica em uma de suas plantas no início do ano. A redução de trabalho acabou se estendendo em virtude da paralisação de prestadores de serviços, o que afetou a Politeno e suas concorrentes em todo o primeiro quadrimestre. Também houve redução de fornecimento de eteno no ano passado.
O menor volume de recebimento do produto fará com que a produção de polietileno da Politeno feche 2004 em 330 mil toneladas (no ano passado, esse número foi de 348 mil), representando receita de cerca de R$ 1,4 bilhão. Até setembro, o lucro líquido da companhia foi de R$ 73,5 milhões.
A projeção otimista de Sartori ocorre porque, segundo ele, a Braskem, uma das principais acionistas da empresa, não prevê para 2005 nova parada técnica. O plano para o próximo ano pressupõe preço médio de US$ 35 do barril de petróleo e crescimento da economia entre 3,5% e 4%. "Esse crescimento do PIB amplia entre 8% e 10% o consumo de plástico no país", diz o executivo.
Independentemente do andar da taxa de câmbio, a Politeno pretende manter o atual nível de exportações, em torno de 10% de sua produção. Não está descartada a hipótese de que esse percentual suba um pouco - em especial quando a Rio Polímeros começar a operar, no segundo semestre, o que acirrará a concorrência nesse mercado. A importação de insumos, por outro lado, ainda é uma alternativa pouco viável comercialmente.
Cerca de 70% das vendas da companhia são feitas a pequenos e médios fabricantes de plástico, empresas que consomem entre 200 e 500 toneladas de polietileno por mês. Sartori está engajado diretamente no Export Plastic, que busca ampliar as vendas desses pequenos produtores no exterior - e, conseqüentemente, amplia o mercado da Politeno.
Com o projeto, os pequenos e médios compradores participam de feiras e exposições em outros países e estreitam relações com potenciais compradores externos. A meta do projeto é reduzir a capacidade ociosa de cerca de cinco mil pequenos produtores de plástico, que é hoje de 25%.



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