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Rio Pipeline 2011

Poço no campo de Lula produz 29 mil barris

21/09/2011 | 11h11
Poço no campo de Lula produz 29 mil barris
Poço no campo de Lula produz 29 mil barris Poço no campo de Lula produz 29 mil barris

O campo de Lula, na Bacia de Santos, já está produzindo 29 mil barris de óleo por dia com apenas um poço. A afirmação foi feita ontem por Mauro Yuji Hayashi, gerente de planejamento do pré-sal da Petrobras, durante o primeiro painel da Rio Pipeline, que é realizada até amanhã no Rio. O executivo ressaltou que o pós-sal representa ainda 80% da produção nacional e apenas 31% do pré-sal está sendo explorado e o restante ainda não foi licitado.

Hayashi apresentou o estágio de desenvolvimento e estratégia do pré-sal durante o painel onde comemorou os resultados obtidos pela Petrobras com o pré-sal, em especial o início da operação do gasoduto Lula-Mexilhão - que liga o campo de Lula à plataforma de Mexilhão, na Bacia de Santos - anunciado na última segunda-feira (19). Segundo ele, a capacidade de escoamento do gasoduto é de até 10 milhões de metros cúbicos por dia. "Pela primeira vez a molécula [de gás] do pré-sal está abastecendo o mercado brasileiro", frisou.

O executivo comentou que é na Bacia de Santos que estão sendo encontradas as maiores acumulações: "Os três poços produzem mais de 59 mil barris de óleo por dia, enquanto na bacia de Campos o pré-sal contribui com outros 42 mil barris de óleo por dia". O gerente da Petrobras indicou ainda na apresentação que o índice de sucesso exploratório da Petrobras no pré-sal tem se mantido acima de 80% e que no pós-sal a empresa ainda tem uma grande área a ser explorada.


Debate

Participaram ainda do painel "Escoamento dutoviário do pré-sal", Ricardo Luiz Carneiro Beltrão, gerente geral do Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes); Valéria Lima, diretora comercial da BG; e Frederic Delormel, presidente da Technip Brasil. O painel foi moderado por Carlos Tadeu Fraga, gerente executivo do Cenpes.

"O pré-sal tem uma pujança muito grande em oportunidades de inovação, construção de empregos, e uma capacidade de engenharia brasileira bem maior do que a atual, além disso ele traz grandes oportunidades de retorno para as organizações que nós representamos, e tanto aqueles que operam nos campos, como para os sócios e os fornecedores", afirmou Carlos Tadeu Fraga, gerente executivo do Cenpes.

A garantia de escoamento dutoviário e o desenvolvimento de novas tecnologias foi apontado ontem pelos palestrantes do painel como os principais desafio dos oleodutos, mas de acordo com Mauro Yuji Hayashi, gerente de planejamento do pré-sal da Petrobras, é ainda um gargalo importante a capacidade da indústria e da engenharia nacional.

"A indústria e a engenharia brasileira tem que se capacitar de forma competitiva para oferecer seus serviços e equipamentos. Eles tem também que fazer um aporte em preparo de recursos humanos para atender as demandas do pré-sal", apontou.



Fonte: Redação
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