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Bacia de Campos

Plataforma P-35 da Petrobras sofre princípio de incêndio

12/08/2010 | 09h59
A Capitania dos Portos informou ontem (11) que foi comunicada pela Petrobras de um princípio de incêndio na plataforma de produção de petróleo P-35, instalada no Campo de Marlim, na Bacia de Campos. A unidade constava, ao lado da P-31 e da P-33, da lista de embarcações com condições críticas de manutenção elaborada pelo Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense (Sindipetro-NF). A P-33 foi vistoriada ontem pela Marinha e pela Agência Nacional do Petróleo (ANP).


Segundo comunicado da Capitania dos Portos, não houve vítimas nem danos ambientais no incidente da P-35. O incêndio teria começado por causa do "gotejamento de condensado de vapores de água e hidrocarbonetos sobre o revestimento térmico da Torre Regeneradora de Glicol (equipamento que faz parte do tratamento de gás na unidade)". O fogo foi controlado pelos próprios operários da plataforma.


A perícia da Marinha será realizada hoje, às 9h. Ontem, técnicos da Marinha e da ANP estiveram na P-33, também em Marlim, que é alvo de denúncias sobre as condições de segurança. Os resultados da vistoria só serão divulgados pela ANP após análise das informações coletadas na plataforma. A unidade chegou a ser interditada na semana passada a pedido da Delegacia Regional do Trabalho, mas a Petrobrás retomou as atividades após obter liminar no sábado.


Em nota divulgada ontem, a Petrobrás voltou a negar problemas de manutenção e disse que a plataforma está "com os reparos devidamente programados". "No próximo mês de outubro a P-33 realizará sua parada programada para manutenção geral."


As paradas para manutenção são realizadas regularmente em todas as plataformas marítimas de petróleo, às vezes resultando em queda na média mensal de produção de petróleo. A P-33, porém, tem produção pequena, em torno de 20 mil barris por dia.


Segundo a estatal, a última certificação da Marinha na embarcação foi emitida em dezembro de 2009 e continua válida. Na nota, a Petrobrás diz que não há riscos à segurança e informou que parte dos problemas apontados é comum a instalações em "atmosfera extremamente corrosiva, típica de ambientes marinhos".


O Sindipetro-NF, porém, diz que há sérios problemas de segurança na P-33, que tem 11 anos de operação no campo de Marlim. Segundo o sindicato, as denúncias de problemas de conservação foram feitas pelos próprios trabalhadores embarcados.


Fonte: Redação/ Agências
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