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Gás natural

Plano pode priorizar a troca de combustível

15/06/2005 | 00h00

O plano de contingenciamento para a hipótese de redução da oferta de gás no Brasil deverá priorizar a substituição de gás por outros combustíveis nas indústrias. Foi o que explicou o presidente da Petrobras, José Eduardo Dutra sem, no entanto, descartar a possibilidade de, no caso de interrupção no fornecimento de gás natural da Bolívia, o contingenciamento atingir também o Gás Natural Veicular (GNV).
Dutra ressaltou que as prioridades no fornecimento de gás serão determinadas pelas distribuidoras de cada Estado, mas afirmou que, no caso de cortes no fornecimento de gás boliviano, haverá redução no abastecimento para alguns setores.
"Boa parte dos grandes consumidores industriais tem condições de fazer a substituição do gás por outros combustíveis. Não sei se seria suficiente para evitar o corte no fornecimento de GNV, isso vai depender de quanto seria o corte da Bolívia", explicou.
De acordo com ele, o consumo residencial responde por percentual muito pequeno do volume total de gás consumido no Brasil. Dutra também atribuiu a "especulações de donos de postos" os aumentos dos preços do GNV registrados na pesquisa da ANP da semana passada. De acordo com ele, não houve qualquer aumento nos custos do produto por parte da Petrobras para justificar os reajustes, que chegaram a 3,5%, em São Paulo, e 1,6% na média brasileira.
Apesar de estar afastada a ameaça de suspensão do fornecimento de gás da Bolívia para o Brasil, o Ministério de Minas e Energia comandou três reuniões na Petrobras, na quinta, sexta e segunda-feira, do qual participaram as dez distribuidoras dos Estados de São Paulo, Rio, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná, Minas e Mato Grosso do Sul; os produtores de gás na Bolívia e ANP.
O objetivo, segundo fonte ouvida pelo Valor que participou das reuniões, foi traçar diferentes cenários no caso de restrição da oferta e integrar os planos de contingência que cada empresa tem preparado. O que ficou claro para os participantes é que a decisão de quanto será cortado de cada cliente da Petrobras, por exemplo, será do Conselho Nacional de Política Energética, comandado pela ministra Dilma Rousseff.



Fonte: Valor Econômico/Ag.
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