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Tecnologia 100% brasileira

PhDSoft recebe recursos da Finep para aprimorar ROVs

05/12/2007 | 00h00
A PhDSoft acaba de ter aprovado um financiamento de R$ 500 mil da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) para adaptar seu software C4D para veículos submarinos operados remotamente (ROVs), usados na inspeção de estruturas submarinas da indústria de petróleo e gás.

Os ROVs inspecionam estruturas submarinas como as árvores de natal usadas na prospecção de petróleo e as bases de plataformas offshore fixas, mas suas imagens em geral têm problemas de nitidez por causa das nem sempre favoráveis condições do mar.

Equipados com o C4D, eles permitirão que seus operadores vejam uma simulação em 4D do estado exato da estrutura, incluindo a evolução de seu desgaste ao longo do tempo. Simultaneamente e na mesma tela, também será possível consultar todos os dados existentes sobre a estrutura (data mining), como últimos reparos realizados e material utilizado. Assim, todo o processo ficará muito mais eficiente.

Tecnologia 100% brasileira, o C4D é único em todo o mundo. Ele gerencia a manutenção de estruturas de grande responsabilidade, como navios e plataformas de petróleo, a partir de modelos tridimensionais que incluem a variável tempo. Foi desenvolvido durante mais de uma década em parceria com a Petrobras, que o utiliza em todas as suas unidades marítimas. Sua adaptação aos ROVs é uma inovação que tornará o processo de manutenção mais seguro, minimizando falhas e conseqüentes danos aos meio ambiente por vazamento de petróleo, sem falar nos prejuízos financeiros que isso causa às companhias.

Foi em função do C4D que a PhDsoft iniciou recentemente seu processo de internacionalização por intermédio de parcerias com empresas no Reino Unido (Pisys) e nos EUA (WhiteSpace Stategy Partners). Fundada no ano 2000, a PhDsoft atende no Brasil, além da Petrobras, a Shell e a Modec. No exterior, o interesse pelo C4D cresceu muito após a sua participação, em setembro deste ano, na Offshore Europe, a maior feira do Hemisfério Norte para exploração de petróleo em águas profundas. O resultado mais concreto que disso, até agora, foi a petrolífera Apache ter se candidatado a ser a primeira cliente da nova versão do software para ROV.


Fonte: Da redação
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