acesso a redes sociais
  • tumblr.
  • twitter
  • Youtube
  • Linkedin
  • flickr
conecte-se a TN
  • ver todas
  • versão online
  • Rss
central de anunciante
  • anunciar no site
  • anunciar na revista
Empresas

PhDsoft lança nova versão da tecnologia que previne corrosão

31/10/2012 | 14h53
PhDsoft lança nova versão da tecnologia que previne corrosão
Divulgação Divulgação

 

A PhDsoft está lançando uma nova versão do seu principal produto, o software C4D. Único no mundo, ele é usado na manutenção de estruturas como plataformas de petróleo e navios. Até pelo aumento da segurança que viabiliza, ele já foi adotado por Petrobras, Shell, Modec e Subsea7. Desenvolvida nos últimos dois anos, a nova versão demandou investimentos de R$ 5 milhões.
O C4D modela as estruturas em 3D, simula o seu desgaste ao longo do tempo e arquiva todas as informações que antes ficavam dispersas em inúmeras pilhas de plantas e relatórios de reparos. Agora, o software também inclui realidade aumentada para orientar os robôs submarinos que auxiliam nas inspeções. Esta foi uma demanda para a exploração do pré-sal. A nova versão permite ainda uma maior integração com toda a cadeia de valor das petroleiras.
“O C4D é um case de sucesso brasileiro. Ele reúne as técnicas mais modernas de engenharia, TI e gestão para maximizar a eficiência do processo de manutenção e minimizar riscos de acidentes que causam grandes prejuízos, poluição e mortes. Foi isso o que atraiu a Petrobras, há mais de 15 anos, quando eu ainda testava a tecnologia como professor da UFRJ, antes de fundar a PhDsoft, em 2000. Mais do que cliente, a Petrobras tem sido um parceiro fundamental para o desenvolvimento do C4D”, explica Duperron Ribeiro, CEO da empresa.
Estudos norte-americanos estimam os custos da corrosão, nos EUA, em torno de 4% do PIB. Isso é quase US$ 600 bilhões. Um quinto da produção mundial de aço é destinado a repor perdas causadas pela corrosão. Na indústria do petróleo, o problema é ainda mais crítico. Cada dia a menos que uma plataforma fica parada para manutenção pode representar uma economia de US$ 500 mil em produtividade. Além disso, falhas na manutenção podem causar desastres ambientais.

A PhDsoft está lançando uma nova versão do seu principal produto, o software C4D. Único no mundo, ele é usado na manutenção de estruturas como plataformas de petróleo e navios. Até pelo aumento da segurança que viabiliza, ele já foi adotado por Petrobras, Shell, Modec e Subsea7. Desenvolvida nos últimos dois anos, a nova versão demandou investimentos de R$ 5 milhões.


O C4D modela as estruturas em 3D, simula o seu desgaste ao longo do tempo e arquiva todas as informações que antes ficavam dispersas em inúmeras pilhas de plantas e relatórios de reparos. Agora, o software também inclui realidade aumentada para orientar os robôs submarinos que auxiliam nas inspeções. Esta foi uma demanda para a exploração do pré-sal. A nova versão permite ainda uma maior integração com toda a cadeia de valor das petroleiras.


“O C4D é um case de sucesso brasileiro. Ele reúne as técnicas mais modernas de engenharia, TI e gestão para maximizar a eficiência do processo de manutenção e minimizar riscos de acidentes que causam grandes prejuízos, poluição e mortes. Foi isso o que atraiu a Petrobras, há mais de 15 anos, quando eu ainda testava a tecnologia como professor da UFRJ, antes de fundar a PhDsoft, em 2000. Mais do que cliente, a Petrobras tem sido um parceiro fundamental para o desenvolvimento do C4D”, explica Duperron Ribeiro, CEO da empresa.


Estudos norte-americanos estimam os custos da corrosão, nos EUA, em torno de 4% do PIB. Isso é quase US$ 600 bilhões. Um quinto da produção mundial de aço é destinado a repor perdas causadas pela corrosão. Na indústria do petróleo, o problema é ainda mais crítico. Cada dia a menos que uma plataforma fica parada para manutenção pode representar uma economia de US$ 500 mil em produtividade. Além disso, falhas na manutenção podem causar desastres ambientais.



Fonte: Redação
Seu Nome:

Seu Email:

Nome do amigo:

Email do amigo:

Comentário:


Enviar