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Bacia de Campos

PF vai intimar funcionários da Chevron sobre vazamento de óleo

18/11/2011 | 16h20
Funcionários da petroleira Chevron serão intimados a partir desta sexta-feira (18) para prestar depoimentos no inquérito da Delegacia de Meio Ambiente e Patrimônio Histórico da Polícia Federal que apura os responsáveis pelo vazamento de óleo na Bacia de Campos, no Rio de Janeiro, disse o delegado responsável pelo caso, Fábio Scliar.

De acordo com Scliar, cerca de seis funcionários devem ser ouvidos até a sexta-feira da semana que vem. Os depoimentos devem acontecer na terça (22), quarta (23) e sexta-feira (24). O delegado informou, contudo, que como muitos funcionários estão trabalhando na plataforma, que fica no oceano, há a possibilidade de não conseguir ouvi-los já na semana que vem.

Scliar disse que o inquérito busca apurar os responsáveis pelo vazamento. O crime previsto é o de poluição, previsto na lei de crimes ambientais (Lei 9.605/98), explicou o delegado. A pena prevista é de um a cinco anos de prisão.

De acordo com Scliar, técnicos da PF estiveram na plataforma no dia 15 e encontraram divergências sobre o que foi informado pela Chevron sobre o vazamento. Entre elas estão a quantidade de navios que recolhem o óleo no local (a empresa afirmou que são 17 e a PF encontrou apenas um, de acordo com o delegado), o tempo para a selagem do poço e o tamanho da mancha de óleo.

A petroleira comunicou sobre o vazamento no poço no campo de Frade no último dia 10.

Na quinta-feira (17), a Chevron afirmou que estimativa sobre o volume de óleo na superfície do oceano causado pelo vazamento caiu para “abaixo de 65 barris”. A estimativa anterior da empresa era de 400 a 650 barris - uma redução de até dez vezes.

A empresa, contudo, não estimou quanto de petróleo foi de fato retirado do mar pelas embarcações que atuam na limpeza da mancha e qual volume que pode ter afundado no oceano.

Ainda na quinta, o Comando de Operações Navais da Marinha informou que a mancha de óleo no campo de Frade aumentou. Mas, de acordo com o órgão, embora a mancha tenha se espalhado, ela ficou menos densa. A expansão, segundo a Marinha, teria ocorido por efeito do vento e da maré, e teria sido detectada por sobrevoos e imagens de satélites.


Fonte: G1
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