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Retomada

PetroRio finca os pés em três bacias e prevê um aumento na receita de 30%

10/02/2017 | 13h40
PetroRio finca os pés em três bacias e prevê um aumento na receita de 30%
Divulgação/Campo de Manati Divulgação/Campo de Manati

Petroleira independente prevê aumentar 30% da receita com aquisição da Brasoil, que a colocou vizinha da francesa Total na margem equatorial brasileira.

A brasileira PetroRio mostra que não dorme no ponto. “Trabalhamos no ano novo e vamos trabalhar no carnaval”, brinca Blener Mayhew, diretor Financeiro, de Novos Negócios e de Relações com Investidores da petroleira, que confirmou hoje a aquisição de 100% da Brasoil do Brasil Exploração Petrolífera S.A.

Com o fechamento dessa operação, já informada em dezembro, a petroleira independente prevê ampliar em 30% a receita deste ano, com os recursos gerados pelo campo de Manati, produtor de 4,2 milhões m3 de gás natural, dos quais 10% agora vão para a PetroRio.

Mais além de investir na aquisição de ativos em produção, que abastecem o caixa da empresa, a PetroRio está atenta ao potencial de uma nova fronteira: a margem equatorial brasileira, que passou a ser foco de novas campanhas exploratórias.

“Um dos blocos que incorporamos aos nossos ativos, com a compra da Brasoil, é o FZA-M-254, na Foz do Rio Amazonas, que está na margem equatorial brasileira. A Total, que é nossa vizinha, vai perfurar poços agora. Estamos torcendo por ela, pois uma descoberta vai valorizar ainda mais esse ativo e gerar oportunidades para alavancarmos recursos para iniciar uma campanha exploratória lá”, explica Blener.

Gastos com campanhas exploratórias não estão previstos nesse momento, mas o fato de a ExxomMobil ter feito duas descobertas (em 2015 e agora, em janeiro desse ano) em áreas offshore da Guiana, que seriam uma extensão da margem equatorial brasileira, acendem as expectativas de quem tem ativos nessa nova fronteira. Além da Total e da PetroRio, a própria Exxom tem um ativo nessa região, na bacia do Ceará, ainda sem previsão de campanha exploratória.

Novas perfurações também não estão entre as prioridades da empresa, que fez um minucioso estudo do campo de Polvo, seu outro ativo em produção, identificando dois prospectos para futuras entradas, ou seja, a perfuração de novos poços no ativo. “Ainda não temos nada programado nesse sentido, mas o investi mento, se for feito, será da ordem de US$50 milhões”, adianta Blener.



Fonte: Redação Bia Cardoso
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