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Petroquímica

Petroquisa compra área em Suape

06/12/2006 | 00h00

A Petroquímica Suape, empresa ligada à Petrobras que investirá US$ 500 milhões numa fábrica de ácido tereftálico purificado (PTA), já arrematou o terreno das futuras instalações em Suape. O complexo industrial repassou uma área de 16 hectares para o PTA e de 39 hectares para a fábrica de fio de poliéster (POY), outro investimento estimado em US$ 350 milhões. Os terrenos ficarão ao lado do que será ocupado pela Refinaria Abreu e Lima.

´Vendemos as áreas para a fábrica de PTA e para a de fios de poliéster´, afirmou o presidente de Suape, Matheus Antunes. Segundo ele, esses passos consolidam cada vez mais a implantação de um pólo petroquímico em Suape, reforçado com a atração de uma refinaria para a área. ´Uma fábrica demanda outra e isso torna o processo irreversível´, acredita. A área do PTA custou R$ 495 mil para a empresa. A unidade faz parte do pólo de poliéster de Pernambuco, que será formado pela fábrica da Mossi & Ghisolfi (M&G) de PET e também de fios de poliéster (leia matéria vinculada).

Segundo Richard Ward, o diretor-superintendente da Petroquímica Suape, uma empresa que tem 60% de participação da Petroquisa, a equipe do projeto está agora nas últimas etapas do processo de escolha tecnológica. ´Uma equipe nossa está na China, visitando fábricas de PTA de fornecedores dessa tecnologia. Estamos vendo as condições e o negócio deve ser fechado na próxima semana, durante reunião em Amsterdã, na Holanda, onde estará acontecendo uma feira de negócios´, afirmou Ward. A produção estimada da fábrica de PTA é de 550 mil toneladas por ano do produto, que é um pó usado em diversos processos, como na fabricação de resina PET ou têxtil sintético. Segundo ele, o cronograma do empreendimento está em dia. A previsão é que a empresa comece a operar no segundo semestre de 2009 e que funcione 24 horas. As obras vão durar dois anos e 500 empregos serão gerados na operação da fábrica.

A unidade está agora em processo de licenciamento ambiental. Ontem, a Agência Estadual do Meio Ambiente (CPRH) criou um grupo de trabalho para a análise do impacto ambiental e risco do empreendimento. ´O grupo terá 120 dias para a análise. A análise do EIA já foi feita e está de acordo com o termo de referência´, afirmou o presidente da CPRH, Tito Lívio. Segundo ele, o processo de análise poderá ser mais rápido do que os 120 dias porque a agência já fez a análise de um projeto quase igual, que é para uma fábrica também de PTA que poderá ser construída pela M&G. ´Isso faz com que o processo seja mais simples´, acredita. Entidades ambientais e o Ministério Público poderão solicitar nos próximos dias uma audiência pública para debater os impactos do empreendimento.



Fonte: Jornal do Commercio
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