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Redes Tecnológicas

Petrolífera vai investir US$ 500 milhões em pesquisa

03/11/2008 | 10h39

Professores e alunos de Engenharia de Petróleo e demais Engenharias da Universidade Luterana do Brasil (ULBRA), de Canoas, Rio Grabde do Sul, participaram do encontro com o engenheiro de petróleo sênior da Petrobras, Henrique Augusto Santos, em palestra sobre o mercado e a necessidade de mão-de-obra qualificada.

 

Henrique atua há mais de 30 anos na formação e desenvolvimento de pessoal capacitado para a pesquisa petrolífera, bem como na promoção de cursos e implementação de pesquisas tecnológicas. Segundo ele, a demanda por mão-de-obra qualificada vai crescer nos próximos anos. “A Petrobras vai precisar não só de engenheiros, mas também geólogos, químicos, físicos, matemáticos, entre outros.  Também precisaremos de técnicos”, afirma Santos. Segundo ele, a Petrobras delega 1% do faturamento em pesquisa e desenvolvimento (P&D), sendo que 50% deste investimento ocorre na comunidade acadêmica nacional e os outros 50% restantes internamente.

 

Para organizar essas operações, a estatal criou uma estrutura de Redes Tecnológicas e Núcleos Regionais de Competência. São quarenta Redes Tecnológicas que atuam em temas estratégicos. Cada uma tem pelo menos cinco universidades participando do Comitê Gestor. Elas recebem apoio de infra-estrutura e depois em RH e P&D. São mais de 77 universidades e institutos tecnológicos em 19 Estados do Brasil. Os sete Núcleos Regionais de Competência são universidades ou institutos localizados próximos a unidades de negócio da Petrobras, que passam a atender a demandas regionais. Esses aportes alcançaram a cifra de US$ 380 milhões em 2007, devendo chegar a US$ 500 milhões em 2008

 

Quanto ao preço dos combustíveis, uma das maiores reclamações do consumidor (já que o Brasil se diz auto-suficiente em Petróleo), Santos afirma que o Brasil é auto-suficiente nominalmente, mas não operacionalmente. Ele salienta que cada refinaria é única, ou seja, só pode processar certos tipos de petróleo e produzir certos tipos de derivado.

 

“Do volume de derivados vendidos, só o diesel é responsável por quase 50%. Além disso, a química é cruel, pois de cada barril só pode-se produzir 34% em volume deste combustível”, comenta o gestor da Petrobras. No entanto, Santos ressalta que são os tributos os maiores vilões para o preço alto praticado nos postos. “Os governos estadual e federal recebem da venda dos combustíveis 50%. Sendo assim, se os impostos fossem menores, o preço dos combustíveis também seria”, explica. 



Fonte: Ulbra/RGS
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