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Empresas

Petrolífera Eni prevê investimento de 56,8 bilhões de euros até 2016

14/03/2013 | 15h34

 

A petrolífera italiana Eni divulgou nesta quinta-feira (14) a revisão da estratégia da companhia deste ano até 2016. No período, a empresa acredita que vai investir cerca de 56,8 bilhões de euros, 1,6 bilhões de euros a mais do que no último plano de negócios.
Segundo o grupo, esses gastos de capital serão financiados com a forte geração de caixa esperada e aplicados principalmente nos empreendimentos de exploração e produção em Moçambique. No país, a companhia acredita em uma geração de 20 bilhões de euros por ano para o caixa.
Também ajudará no aporte de recursos a venda de ativos iniciada pela petrolífera. Entre as ações divulgadas, está a alienação da fatia na portuguesa Galp Energia e da Snam. No total, a Eni projeta receber 10 bilhões de euros ao se livrar desses negócios que não considera mais estratégicos.
A italiana também revelou no novo plano que aguarda um crescimento acima de 4% de 2013 a 2016 em sua produção de petróleo. Nesse período, o preço estimado pela empresa para o barril da commodity é de US$ 90. “Mas estamos mantendo essa projeção mesmo com preços maiores para o petróleo”, diz a diretoria.
Para entregar essa projeção, a Eni informou que empreendimentos que ainda se tornarão operacionais garantirão 700 mil barris por dia a esse volume. A maior parte, 80%, virá de projetos começados do zero. Até 2022, o crescimento médio da produção seria de 3% anuais.
Para o segmento de combustíveis, a petrolífera está esperando um mau momento, principalmente no mercado italiano. O grupo começou a renegociar a maior parte das operações para melhorar a lucratividade da área. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) previsto para a área é de 1,5 bilhão de euros.
No refino e venda de derivados, a companhia acredita que a implantação de tecnologia própria para converter os barris e a reorganização da rede de distribuição dos produtos garantirão um aumento de aproximadamente 500 milhões de euros no lucro operacional do grupo até 2016.
Paralelamente ao planejamento de quatro anos, a Eni divulgou também seu balanço anual de 2012 consolidado e auditado. Como mostrou em prévia, o lucro líquido atribuível aos acionistas controladores subiu 13,5%, para 7,79 bilhões de euros. A receita líquida cresceu 18,6%, para 128,77 bilhões de euros, na comparação anual.

A petrolífera italiana Eni divulgou nesta quinta-feira (14) a revisão da estratégia da companhia deste ano até 2016. No período, a empresa acredita que vai investir cerca de 56,8 bilhões de euros, 1,6 bilhões de euros a mais do que no último plano de negócios.


Segundo o grupo, esses gastos de capital serão financiados com a forte geração de caixa esperada e aplicados principalmente nos empreendimentos de exploração e produção em Moçambique. No país, a companhia acredita em uma geração de 20 bilhões de euros por ano para o caixa.


Também ajudará no aporte de recursos a venda de ativos iniciada pela petrolífera. Entre as ações divulgadas, está a alienação da fatia na portuguesa Galp Energia e da Snam. No total, a Eni projeta receber 10 bilhões de euros ao se livrar desses negócios que não considera mais estratégicos.


A italiana também revelou no novo plano que aguarda um crescimento acima de 4% de 2013 a 2016 em sua produção de petróleo. Nesse período, o preço estimado pela empresa para o barril da commodity é de US$ 90. “Mas estamos mantendo essa projeção mesmo com preços maiores para o petróleo”, diz a diretoria.


Para entregar essa projeção, a Eni informou que empreendimentos que ainda se tornarão operacionais garantirão 700 mil barris por dia a esse volume. A maior parte, 80%, virá de projetos começados do zero. Até 2022, o crescimento médio da produção seria de 3% anuais.


Para o segmento de combustíveis, a petrolífera está esperando um mau momento, principalmente no mercado italiano. O grupo começou a renegociar a maior parte das operações para melhorar a lucratividade da área. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) previsto para a área é de 1,5 bilhão de euros.


No refino e venda de derivados, a companhia acredita que a implantação de tecnologia própria para converter os barris e a reorganização da rede de distribuição dos produtos garantirão um aumento de aproximadamente 500 milhões de euros no lucro operacional do grupo até 2016.


Paralelamente ao planejamento de quatro anos, a Eni divulgou também seu balanço anual de 2012 consolidado e auditado. Como mostrou em prévia, o lucro líquido atribuível aos acionistas controladores subiu 13,5%, para 7,79 bilhões de euros. A receita líquida cresceu 18,6%, para 128,77 bilhões de euros, na comparação anual.

 



Fonte: Valor Online
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