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Mercado

Petróleo tem leve queda em NY

14/07/2004 | 00h00

Os contratos futuros de petróleo fecharam em leve baixa em Nova York (New York Mercantile Exchange-Nymex), num dia marcado pela ausência de notícias para orientar o mercado e incerteza com relação aos dados sobre os estoques comerciais norte-americanos, divulgados sempre as quartas-feiras.
Em Londres (International Petroleum Exchange-IPE), os contratos futuros de petróleo Brent registram uma leve alta. Em Nova York, os futuros de petróleo passaram grande parte da sessão em território negativo, mas os preços ganharam alguma sustentação final da tarde, com os especuladores vendo uma oportunidade para elevar os preços. Contudo, esse movimento de alta falhou em ganhar impulso, disseram analistas.
Na Nymex, os contratos de petróleo para agosto fecharam em US$ 39,44 o barril, em queda de US$ 0,06 (-0,15%); a mínima foi de US$ 39,98 e a máxima de US$ 39,77. Na IPE, os contratos de petróleo Brent para agosto fecharam em US$ 36,69 o barril, em alta de US$ 0,06 (+0,15%); a mínima foi de US$ 36,11 e a máxima de US$ 36,88.
"No geral, não havia motivos para um grande movimento", disse Tom Bentz, analista da corretora BNP Paribas Futures em Nova York. "O padrão de mercado em baixa (bearish) gerado pela liquidação de ontem levou às mínimas de hoje, e quando não houve seqüência, os compradores voltaram ao mercado", acrescentou. Bentz disse que embora o mercado pareça "tecnicamente negativo", ele não faria muita leitura sobre os movimentos de ontem.
Bill O’Grady, analista da A.G. Edwards disse que faltaram notícias para dar movimento ao mercado e a incerteza com relação aos estoques comerciais norte-americanos gerou alguma volatilidade na sessão. "Isso é o que vemos com freqüência. Os traders não sabem o que fazer", disse O’Grady.
Os analistas estão divididos em suas expectativas sobre os estoques comerciais norte-americanos. Três dos 10 analistas entrevistados pela Dow Jones prevêem um declínio de cerca de 1 milhão de barris nos estoques de petróleo cru, enquanto os demais sete esperam um crescimento de 1 milhão a 3 milhões de barris.



Fonte: Jornal do Commercio
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