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Preços

Petróleo tem forte alta após queda nos estoques dos EUA

21/10/2004 | 00h00

O preço do petróleo bruto no mercado de futuros subiu para US$ 54,92 o barril, um centavo de dólar a menos do que seu preço de fechamento recorde, após um relatório do Departamento de Energia dos Estados Unidos ter mostrado que os estoques de óleo para calefação do país caíram pela terceira semana consecutiva.
O petróleo bruto para entrega em novembro subiu US$ 1,63, ou 3,1%, fechando a US$ 54,92 o barril na Bolsa Mercantil de Nova York. O petróleo atingiu a cotação de US$ 55,20, seu mais alto preço intradiário desde o recorde de US$ 55,33, registrado em 18 de outubro. Os preços do produto estão 81% mais altos do que há um ano. O contrato para novembro vence hoje. Em Londres, o contrato futuro do petróleo bruto tipo Brent para dezembro subiu US$ 1,75, ou 3,6%, e fechou a US$ 50,52 o barril na Bolsa Internacional do Petróleo. Os contratos futuros do Brent alcançaram a cotação de US$ 51,50 em 12 de outubro passado, seu preço mais alto desde que esse tipo de contrato começou a ser comercializado, em 1988.
Os estoques do combustível tiveram queda de 515 mil barris, ou 1%, passando a totalizar 49,5 milhões de barris, e mantendo os suprimentos em um nível 11% inferior ao patamar registrado há um ano. O relatório também gerou a alta recorde do óleo para calefação, utilizado por aproximadamente 8,1 milhões de residências dos EUA.
Os estoques de petróleo bruto subiram 1,2 milhão de barris, chegando a 279,4 milhões na semana encerrada em 15 de outubro. Analistas ouvidos pela Bloomberg previam uma alta de 1,8 milhão de barris, segundo a mediana das estimativas.
As ações da petrolífera russa Yukos tiveram as negociações suspensas ontem na bolsa de Moscou depois que o papel caiu 14% com o temor de que a empresa não consiga evitar que o governo venda um de seus principais ativos.
"Havia consenso no mercado de que a venda da Yugansk resolveria os problemas da Yukos, mas agora muitos acreditam que isso não vai adiantar", comentou um trader. A subsidiária Yuganskneftegaz responde por mais de 60% da produção da Yukos.
A empresa vai a leilão em 22 de novembro e o governo optou pelo menor preço definido por um banco contratado para fazer a avaliação da Yugansk, de US$ 10,4 bilhões. Analistas acham que o Kremlin vai ignorar críticas do ocidente e possíveis riscos legais e ir adiante na venda de ativos da Yukos por preços bem abaixo dos estimados pelo mercado. Com isso, o governo russo possibilitaria o surgimento de uma petrolífera estatal gigante.
A Gazprom, estatal de gás que tem o monopólio na Rússia, é vista como o mais provável comprador. "Acreditamos que a subsidiária da Yukos provavelmente será vendida a um preço baixo e a Gazprom deve se beneficiar bastante da aquisição", disse Steven Dashevsky da corretora Aton.
A imprensa russa recentemente citou fontes do governo dizendo que a Gazprom poderia formar uma parceria com a alemã E.ON para a compra da unidade.



Fonte: Valor Econômico/ag.
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