acesso a redes sociais
  • tumblr.
  • twitter
  • Youtube
  • Linkedin
  • flickr
conecte-se a TN
  • ver todas
  • versão online
  • Rss
central de anunciante
  • anunciar no site
  • anunciar na revista
Mercado

Petróleo sobe e fica perto de US$ 68

07/04/2006 | 00h00

O preço do petróleo fechou em alta ontem em meio a preocupações com o fornecimento de gasolina após a grande queda de estoques vista na quarta-feira. Também pesou a sinalização da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) de que não tem poder para conter os preços.

Em Nova York, os contratos para entrega em maio encerraram a US$ 67,94 por barril, subindo 87 dólar, o maior nível de fechamento em Nova York desde 30 de janeiro. Em Londres, o tipo Brent avançou 74 centavos de dólar, fechando a US$ 67,84 por barril.

A gasolina atingiu nova máxima em seis meses, mas as notícias de que um grande volume de cargarregamentos tinha sido encomendado da Europa pelos EUA conteve os preços nesse nível, afirmaram analistas.

Além disso, o ministro do Petróleo dos Emirados Árabes Unidos, Mohammed bin Dhaen al-Hamli, disse que a Opep não tem poderes para conter os preços.

"Fundamentalmente não há nada que possamos fazer", disse ele a jornalistas em Paris quando perguntado sobre como a Opep espera segurar os custos que estão no nível máximo em aproximadamente 25 anos em termos reais.

Ontem o cobre subiu e alcançou seu recorde histórico pelo segundo dia consecutivo, ampliando a disparada dos preços dos metais registrada este ano, à medida que os estoques mundiais do metal se reduzem e o fechamento de uma mina restringe a produção. O preço do zinco também atingiu seu recorde histórico.

Ontem a mineradora canadense Ivanhoe Mines disse que a produção de sua mina de Monywa, em Mianmar, antiga Birmânia, despencará mais de 50% este ano, após um fechamento imprevisto pelo período de um mês. Os estoques de cobre monitorados pelas bolsas de metais de Londres, Nova York e Xangai caíram 14% na última semana, passando a 167.351 toneladas, segundo dados reunidos pela Bloomberg.



Fonte: Valor Econômico /ag
Seu Nome:

Seu Email:

Nome do amigo:

Email do amigo:

Comentário:


Enviar