acesso a redes sociais
  • tumblr.
  • twitter
  • Youtube
  • Linkedin
  • flickr
conecte-se a TN
  • ver todas
  • versão online
  • Rss
central de anunciante
  • anunciar no site
  • anunciar na revista
Preços

Petróleo sobe, de olho em refinarias e no impacto do Irma na produção dos EUA

06/09/2017 | 10h17

Os contratos futuros de petróleo operam em alta nesta quarta-feira, com investidores avaliando os potenciais impactos do furacão Irma na produção dos Estados Unidos. Além disso, são monitoradas as notícias sobre a retomada nos trabalhos em refinarias da Costa do Golfo.

Às 7h47 (de Brasília), o petróleo WTI para outubro subia 0,43%, a US$ 48,87 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex), e o Brent para novembro avançava 0,92%, a US$ 53,87 o barril, na ICE.

Na semana passada, os preços perderam força após a passagem do furacão Harvey. A tempestade prejudicou mais de 20% da capacidade de refino dos EUA, prejudicou a demanda e pressionou os preços. A capacidade de refino desde então começou a ser retomada, o que tem apoiado o petróleo.

"As quedas dos preços de antes foram possivelmente consideradas exageradas pelos participantes do mercado", disse Eugen Weinberg, diretor de pesquisa em commodities do Commerzbank, ao comentar a recuperação mais rápida que a esperada das refinarias e da infraestrutura do setor prejudicada pelo Harvey.

Ao mesmo tempo, o mercado se prepara para potenciais problemas na produção da commodity no Golfo do México como resultado do furacão Irma, que chegou à terra no Caribe nesta madrugada. Caso a produção seja prejudicada pelo Irma ou por outras tempestades que têm se formado, isso impulsionará os preços, disse Weinberg.

O Brent também respondeu positivamente na terça-feira a sugestões do ministro da Energia russo, Alexander Novak, de que a Rússia e a Arábia Saudita estariam abertos a estender o acordo para cortar a produção, segundo Michael Hewson, analista-chefe de mercado da corretora CMC Markets.

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e dez países de fora do cartel, como a Rússia, decidiram no fim do ano passado cortar a produção em cerca de 1,8 milhão de barris por dia, em comparação com o pico de 16 de outubro. O acordo foi estendido em maio até março de 2018, mas tem sido afetado por alguns problemas em seu cumprimento, pelo aumento na produção dos EUA e por um inesperado salto na produção da Líbia e da Nigéria, dois membros da Opep excluídos do pacto porque enfrentam problemas com distúrbios civis.

Analistas dizem que esperam os dados oficiais sobre os estoques dos EUA nesta semana, mas advertem que a informação deve ser menos confiável que o normal como resultado do Harvey. Hoje, às 17h30, o American Petroleum Institute (API) divulga sua contagem sobre os estoques no país.



Fonte: Dow Jones Newswires, 06/09/2017
Seu Nome:

Seu Email:

Nome do amigo:

Email do amigo:

Comentário:


Enviar