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Mercado

Petróleo recua nos EUA

19/08/2005 | 00h00

Goldman Sachs prevê barril a US$ 68 em 2006

A melhora das projeções sobre a produção das refinarias dos Estados Unidos e a expectativa de queda da demanda por gasolina no país fizeram o petróleo fechar em leve queda ontem nos mercados internacionais.
O barril do petróleo cru para entrega em setembro, negociado na Bolsa Mercantil de Nova York, fechou cotado a US$ 63,25, com baixa de 0,05%.
As indicações de que a demanda por gasolina está diminuindo com o fim das férias de verão no hemisfério norte coincidiu com a volta à operação de diversas refinarias americanas e com a expectativa de que outras retomem a produção em breve.
Na semana passada, relatórios mostraram que a Exxon Mobil, a ConocoPhillips e outras quatro refinarias tiveram inesperadas interrupções de atividades ou registraram acidentes em suas unidades. Foram registradas ao menos 16 interrupções em refinarias americanas perto do Golfo do México e outras regiões desde 20 de julho.
No entanto, a maior parte das interrupções está sendo interpretada como temporária e não deve ter um impacto de longo prazo sobre a produção de combustível, segundo analistas. Ao mesmo tempo, a demanda de combustíveis para carros de passeio deve diminuir com o fim das férias de verão no próximo mês.
Ontem, o Departamento de Energia dos Estados Unidos divulgou relatório em que aponta que o estoque de gasolina caiu em 4,97 milhões de barris na semana encerrada em 12 de agosto, para 198,1 barris estocados no país. Foi o sétimo recuo consecutivo no estoque de gasolina nos EUA.
Já o estoque de petróleo aumentou para 321,1 milhões de barris no período, contra os 241 mil registrados na semana imediatamente anterior.
Apesar do recuo do barril registrado ontem, o Goldman Sachs, terceiro maior banco de investimento dos Estados Unidos,divulgou projeção em que afirma que a commodity deve ser negociada em torno de US$ 68 por barril ao longo de 2006. Para os anos seguintes, o banco estipulou que as cotações devem ficar ao redor de US$ 60.
No relatório anterior sobre petróleo, o Goldman Sachs estipulava que o preço do barril giraria em torno de US$ 55 em 2006 e US$ 45 nos anos seguintes.
A justificativa do banco para alterar as projeções foi a falta de investimento em novas fontes de oferta do produto.
``As taxas de reinvestimento, quando há alguma alteração, parecem estar caindo, e não aumentando``, diz trecho do relatório apresentado ontem.
O Goldman Sachs havia sido criticado no início deste ano, quando um de seus analistas de ações disse que os preços do petróleo poderiam passar por um ``superpico`` de US$ 105 o barril no caso de interrupção do abastecimento proveniente do Oriente Médio.



Fonte: Jornal do Brasil /ag
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