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Preços

Petróleo pressiona inflação no varejo

05/11/2004 | 00h00

A pressão de custos na produção teve reflexos nos preços do varejo em outubro. Exemplo disso é a alta de 1,95% no comércio automotivo de São Paulo, sendo que no segmento de autopeças os preços subiram 8,54% sobre setembro. Na opinião da assessoria econômica da Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio), responsável pelo índice de preços no varejo (IPV), os reajustes decorrem das recentes altas no atacado de produtos como petróleo, aço e plástico.
Aumentos também foram verificados nos bens duráveis (eletrodomésticos e móveis), que subiram 1,47%, após caírem 1,18% na medição anterior. Neste caso, além da alta dos insumos, há também o fato de a margem de lucro do setor estar comprimida. E agora, a tentativa de repasses se faz mais forte com a recuperação econômica do país.
Outros dois indicadores de inflação também subiram em outubro, impactados pela alta dos preços de alimentos e de transportes. O índice de preço ao consumidor (IPC-SP) calculado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) subiu de 0,26% em setembro para 0,38%. Enquanto isso, o índice de custo de vida (ICV) do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos (Dieese) fechou em 0,53%, taxa 0,24 ponto percentual acima da medição anterior.
Um ponto de pressão foi o reajuste da gasolina. O grupo transportes avançou 1,38% no ICV e 0,89% pelo índice da FGV. Após a forte deflação nos preços dos alimentos in natura em agosto e setembro, no IPC-SP o grupo alimentação registrou alta de 0,14%, sobre variação negativa de 0,38% no mês anterior. No ICV o movimento foi semelhante. Os alimentos subiram 0,25%, frente deflação de 0,36% em setembro.



Fonte: Valor Econômico
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