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Preços

Petróleo opera em queda, à espera de dados de estoques dos EUA

25/10/2017 | 10h51

O petróleo opera com leve baixa na manhã desta quarta-feira, com investidores à espera do relatório semanal de estoques da commodity nos Estados Unidos. O dado oficial do Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês) sai às 12h30.

Às 8h20 (de Brasília), o petróleo WTI para dezembro caía 0,32%, a US$ 52,30 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex), e o Brent para dezembro tinha queda de 0,09%, a US$ 58,28 o barril, na ICE.

"O mercado está esperando o relatório desta tarde", disse Eugen Weinberg, diretor de pesquisas de commodities do Commerzbank. Segundo Weinberg, os operadores observarão sinais de um recuo maior nos estoques nos EUA para ver se a produção voltou totalmente ao nível normal, após uma forte temporada de tempestades.

Analistas ouvidos pelo Wall Street Journal preveem um recuo de 2,2 milhões de barris nos estoques de petróleo dos EUA, na semana encerrada em 20 de outubro. Ontem, porém, o American Petroleum Institute, uma associação de refinarias, afirmou que os estoques da commodity nos EUA aumentaram 500 mil barris na última semana. Ao mesmo tempo, o API disse que os estoques de gasolina recuaram 5,8 milhões de barris e os de destilados tiveram baixa de 4,9 milhões de barris.

Além disso, o analista Stephen Brennock, da corretora PVM Oil Associates, afirmou que declarações recentes de importantes produtores de petróleo ajudam a apoiar o sentimento no mercado. Na terça-feira, Rússia e Arábia Saudita reiteraram seu compromisso para combater o excesso de oferta global, dando ainda pistas de que o acordo liderado pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) para o fim do ano.

A Opep e alguns outros produtores, como a Rússia, concordaram no fim do ano passado em limitar a produção em cerca de 1,8 milhão de barris por dia em comparação com o pico de outubro de 2016, a fim de equilibrar o mercado e impulsionar os preços. O acordo, estendido em maio até março de 2018, deve ser um tópico crucial na próxima reunião oficial da Opep em Viena, em novembro.



Fonte: Dow Jones Newswires, 25/10/2017
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