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Preços

Petróleo opera em leve baixa, mas pode encerrar semana com ganhos de mais de 3%

12/05/2017 | 10h28

Os futuros de petróleo operam em leve baixa nesta manhã, embora possam encerrar a semana com valorização de mais de 3%, com operadores apostando que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) prorrogará o atual acordo de cortes na produção quando se reunir ainda este mês.

Às 7h56 (de Brasília), o petróleo tipo Brent para julho caía 0,14%, a US$ 50,70 por barril, na Intercontinental Exchange (ICE), enquanto o WTI para junho recuava 0,23%, a US$ 47,72 por barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex).

Nas duas últimas sessões, a commodity acumulou ganhos de mais de 4%, em reação a uma forte queda nos estoques dos EUA e em meio a uma avaliação mais favorável dos cortes na oferta que a Opep vem promovendo ao longo do primeiro semestre.

O último relatório mensal da Opep, publicado ontem, mostrou que os integrantes do cartel continuam cumprindo as cotas de produção definidas no fim de novembro do ano passado.

Em abril, a produção combinada da Opep teve leve queda, a uma média diária de 31,73 milhões de barris. Isso significa que a oferta do grupo caiu mais do que a meta de 1,2 milhão de barris por dia estipulada no acordo.

O documento da Opep, no entanto, também revisou para cima a projeção de oferta deste ano de países que não pertencem ao cartel, para 950 mil barris por dia. A nova previsão é baseada principalmente no avanço maior do que o esperado na produção de óleo de xisto dos EUA e na exploração mais intensa de areias betuminosas no Canadá.

Segundo analistas, esse aumento da produção fora da Opep deve levar o grupo a estender seu acordo para o segundo semestre do ano, em reunião marcada para o próximo dia 25.

"As chances de um corte maior e mais duradouro agora são maiores do que as chances de que não haja nada", comentou Scott Shelton, corretor da ICAP PLC..

De qualquer forma, os preços do petróleo não deverão se recuperar rapidamente, uma vez que produção também avança em outros países além de EUA e Canadá, incluindo Brasil, Líbia e Nigéria.



Fonte: Dow Jones Newswires, 11/05/2017
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