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Preços

Petróleo opera em alta significativa com queda nos estoques dos EUA

18/04/2018 | 08h50

Os futuros de petróleo mantêm a tendência da madrugada e operam em alta significativa nesta manhã, favorecidos pela última pesquisa do American Petroleum Institute (API) sobre estoques dos EUA.

Às 7h59 (de Brasília), o barril do Brent para junho subia 1,24% na IntercontinentalExchange (ICE), a US$ 72,47, enquanto o do WTI para o mesmo mês avançava 1,43% na New York Mercantile Exchange (Nymex), a US$ 67,46.

No fim da tarde de ontem, o API estimou que o volume de petróleo bruto estocado nos EUA sofreu queda de 1 milhão de barris na última semana. O API também apontou reduções nos estoques de gasolina, de 2,5 milhões de barris, e de destilados, de quase 900 mil barris.

Logo mais, às 11h30 (de Brasília), o Departamento de Energia (DoE) publica o levantamento oficial sobre estoques americanos, que inclui números de produção. Analistas preveem que o DoE mostrará diminuição de 200 mil barris nos estoques de petróleo bruto da semana passada. As expectativas também são de queda nos volumes estocados de gasolina e de destilados.

Nas últimas sessões, os preços do petróleo também foram impulsionadas por riscos geopolíticos à oferta no Oriente Médio. No fim da semana passada, a commodity atingiu os maiores níveis em mais de três anos, antes de os EUA liderarem uma operação militar contra o regime da Síria, com ajuda do Reino Unido e da França.

"Fatores geopolíticos ainda estão em jogo", comentou Stephen Brennock, analista da corretora PVM Oil Associates. "O Oriente Médio continua sendo um barril de pólvora e, junto com a perspectiva de que os EUA restaurem sanções contra o Irã, é possível que tenhamos um choque à oferta em breve."

Mais adiante, na sexta-feira (20), ministros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e de outros dez produtores que não integram o grupo, incluindo a Rússia, farão uma reunião de monitoração do acordo que reduz sua oferta combinada em cerca de 1,8 milhão de barris por dia. O pacto teve início em janeiro do ano passado e se estenderá até pelo menos o fim deste ano. No encontro de sexta, que será na cidade saudita de Jidá, os ministros vão avaliar a possibilidade que os cortes na produção continuem em 2019.



Fonte: Dow Jones Newswires, 18/04/2018
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