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Golfo do México

Petróleo opera em alta recuperando-se, conforme furacão se aproxima do Texas

25/08/2017 | 18h35

Os preços do petróleo operam em alta nesta sexta-feira, recuperando parte das perdas da quinta-feira, motivadas pelo temor com um furacão que se move rumo à costa do Golfo dos Estados Unidos e que poderia levar a um aumento nos estoques da commodity.

Às 7h41 (de Brasília), o petróleo WTI para outubro subia 0,65%, a US$ 47,74 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex), e o Brent para outubro avançava 0,61%, a US$ 52,36 o barril, na ICE.

"Esta é uma reação à variação excessiva de ontem", afirmou Steve Sawyer, analista da consultoria Facts Global Energy. Ontem, o petróleo caiu 2,02% em Nova York e o Brent teve baixa de 1%. "O mercado provavelmente retomará uma parte disso", previu Sawyer.

O Serviço Nacional Meteorológico dos EUA elevou na quinta-feira a tempestade tropical Harvey à categoria de furacão, o que levou algumas refinarias a fechar operações. Harvey deve chegar à costa do Texas na noite desta sexta-feira ou no sábado.

Analista da corretora PVM Associates, Tamas Varga sugeriu em nota que os preços do petróleo e do gás podem subir mais, conforme o furacão se aproxima da costa e a produção pode ser ameaçada. Em geral, explicou ele, "uma ameaça a qualquer refinaria e à produção da região resulta em tendência de alta tanto no petróleo quanto nos produtos derivados."

Harvey é o primeiro furacão a atingir o Golfo desde o boom do xisto nos EUA ao longo da última década. O furacão Ike foi o último a atingir a região, em 2008, conforme os preços se recuperavam da crise financeira global. Em 2005, porém, durante os furacões Rita e Katrina, os preços do petróleo subiram entre 4% e 6%.

Na agenda, a Baker Hughes informa às 14h o número de poços e plataformas em atividade nos EUA.

Além disso, os preços da commodity eram um pouco apoiados nesta semana por notícias positivas, depois de mais um recuo nos estoques dos EUA e de a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) indicar que poderia estender mais um acordo para reduzir a produção. Na quinta-feira, o cartel disse que "todas as opções, inclusive uma possível extensão" do corte devem estar em discussão no encontro do grupo em Viena em novembro.

A Opep e dez nações de fora do cartel, entre elas a Rússia, primeiro concordaram no fim do ano passado em limitar a produção em cerca de 1,8 milhão de barris por dia, em comparação com os níveis de 16 de outubro. O acordo foi estendido em maio para vigorar até março de 2018.

 



Fonte: Dow Jones Newswires, 25/08/2017
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