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Preços

Petróleo fica acima dos US$ 55 pela primeira vez

25/10/2004 | 00h00

O petróleo bruto fechou pela primeira vez acima de US$ 55 o barril em Nova York, e alcançou um recorde em Londres, depois que um relatório revelou que a economia da China cresceu mais do que o previsto. A alta do petróleo elevou os preços do óleo para calefação para um nível recorde e o do gás natural para sua maior alta dos últimos 20 meses.
O contrato do petróleo para dezembro fechou na sexta-feira em alta de 70 centavos de dólar, para US$ 55,17 o barril após alcançar o recorde de US$ 55,50. Em Londres, os preços do Brent subiram 50 centavos de dólar, fechando a US$ 51,25 o barril. O tipo Brent serve de referência para a Petrobras.
A China ultrapassou no ano passado o Japão como o maior consumidor mundial de petróleo, atrás apenas dos Estados Unidos, devido ao aquecimento de sua economia. A utilização de petróleo pela China deverá ter um salto de 15%, passando a 6,3 milhões de barris ao dia este ano, disse a Agência Internacional de Energia. O petróleo também subiu devido a preocupações de que os estoques dos Estados Unidos de óleo para calefação não serão suficientes para atender à demanda do inverno, que começa em dezembro e vai até março.
"A taxa de crescimento da China ainda está sólida e os números apontam para a continuidade da trajetória de alta da demanda", disse Tom Bentz, corretor de petróleo da BNP Paribas Commodity Futures de Nova York. "Vamos entrar na temporada de calefação do inverno com estoques no limite mínimo do que gostaríamos que estivessem."
Embora predominavam as preocupações relativas aos estoques, as previsões climáticas federais ainda não apontam se o Nordeste e o Meio-Oeste dos EUA terão um inverno muito frio. As preocupações referentes à oferta de mercado se baseiam também em um problema no Golfo do México, onde a produção ainda está cerca de um quarto abaixo do normal, devido a estragos causados pelo furacão Ivan no mês passado.
O crescimento de 9,1% da China no terceiro trimestre foi mais acelerado que os 8,9% projetados em pesquisa realizada pela Bloomberg. Uma expansão na faixa de 7% a 8% permitiria a manutenção de uma economia saudável pelas próximas décadas, segundo o vice-presidente do Banco Central da China, Li Ruogu.
O governo do chanceler da Alemanha, Gerhard Schroeder, reduziu sua previsão de crescimento para 2005 de 1,8% para 1,6%, uma vez que os preços recorde do petróleo tolhem a recuperação do país, puxada pelas exportações, disse ontem um parlamentar do Partido Social-Democrata, que pediu para não ser identificado.



Fonte: Valor Econômico/ag.
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