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Internacional

Petróleo e déficit dos EUA ameaçam o crescimento

26/01/2005 | 00h00

A maior ameaça para a economia mundial nos próximos anos pode vir de novos aumentos do preço do petróleo e de outras commodities, no rastro do enorme apetite por energia e outros materiais por parte de Índia e China.
Esta é a avaliação de Robert Shiller, professor da Universidade Yale, destacada na revista do Fórum Econômico Mundial, encontro que começa hoje em Davos, na Suíça, em meio a uma palavra de ordem: "otimismo pragmático".
A direção do Fórum diz que, mesmo com o melhor desempenho em muito tempo da economia mundial, há riscos que persistem. Shiller alerta que a bolha que inflou as ações ainda não acabou e calcula que uma explosão no preço do petróleo pode encerrar também o "boom" no mercado imobiliário nos países industrializados.
Por sua vez, Kenneth Rogoff, professor de Harvard e ex-economista-chefe do Fundo Monetário Internacional, volta a chamar atenção para o "enorme problema" que é o déficit em contas correntes dos EUA. A dívida líquida americana já representa 25% da renda nacional. Para Rogoff, o dólar barato não é suficiente para resolver o problema. Ele calcula que uma queda de 20% na moeda americana derrubaria em apenas 2% o déficit de 6% do PIB americano. Só uma sofisticada ação multilateral poderia atenuar essa verdadeira bomba para a economia mundial.
Uma das mais belas estações de esqui dos Alpes suíços, popularizada como a montanha mágica pelo escritor alemão Thomas Mann, Davos recebe de hoje a domingo mais de 2.200 participantes do fórum num ambiente glacial e sob forte segurança: a temperatura varia entre -7ºC e -14ºC e há mais de 5 mil policiais na região. Ruas e casas estão cobertas de neve. O presidente da França, Jacques Chirac, e o premiê britânico, Tony Blair, serão os principais oradores de hoje.
Há muitos CEOs presentes. Eles usam o encontro para reforçar a rede de contatos com autoridades. Cada executivo paga US$ 37 mil (incluindo anuidade do fórum) para participar de Davos.



Fonte: Valor Econômico
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