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Preços

Petróleo continua subindo mesmo com reservas em alta

03/03/2005 | 00h00

Os preços futuros do petróleo na Bolsa de Nova Iorque (Nymex) superam os US$ 53 o barril, mas segundo analistas internacionais há um descompasso entre os estoques e os preços. Nos Estados Unidos, o maior consumidor de petróleo e derivados do mundo, as reservas de gasolina estão no nível mais alto desde 1999, segundo o informe do governo nesta quarta-feira (02/03), no entanto os preços continuam subindo.
A Agência Internacional de Energia também não vê muito claro que haja a necessidade de um aumento de produção da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep). "Não estou muito seguro de que a Opep deveria colocar mais petróleo no mercado agora", disse Claude mandel à Dow Jones Newswires. "A Opep deveria deixar claro que os países não estão buscando preços mais altos", acrescentou.
Nesta quinta-feira (03/03), no entanto, o secretário geral da Opep, Adnan Shihab-Eldin, afirmou que os preços do petróleo podem até saltar temporariamente para US$ 80 nos próximos dois anos, se houver um grande problema de oferta. "Posso enfatizar que a possibilidade do preço do barril chegar a US$ 80 no futuro próximo é baixa, mas não posso descartar que isso venha a ocorrer nos próximos dois anos", afirmou o secretário no jornal al-Qabas, do Kwait.
Já o representante do Ministério do Petróleo da Nigéria, Edmund Daukoru, afirmou que a Opep está pronta para aumentar o suprimento se o preços do petróleo voltar ao recorde de US$ 55, o barril.
O motivo indicado pelos analistas é o temor do mercado de que o crescimento global aumente a demanda e pressione o aumento de produção. "Isso demonstra um mercado mais atento aos creximento da demanda, particularmente na Ásia. O sentimento é de que não muita capacidade de produção na Opep ou fora dela," disse Marshall Steeves, um analista do Refco Group, à Reuters. 
"O dólar fraco também pode fazer com que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (opep) se sinta mais confortável com os preços altos e também fez o o mercado de energia atrativo para grandes especuladores", conclui o analista.



Fonte: Redação com ag. in
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