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Preços

Petróleo busca recuperação, mas avanço da produção nos EUA continua preocupando

24/04/2017 | 08h47

Os futuros de petróleo operam em alta nesta manhã, após registrarem perdas de cerca de 7% na semana passada, mas alguns analistas duvidam que os preços avancem muito além de US$ 50 por barril, uma vez que o aumento na produção dos EUA limita ganhos.

Às 7h41 (de Brasília), o petróleo tipo Brent para junho subia 0,87% na IntercontinentalExchange (ICE), a US$ 52,41 por barril, enquanto o WTI para o mesmo mês tinha alta de 0,89% na New York Mercantile Exchange (Nymex), a US$ 50,06 por barril.

A commodity se recupera após tocar os menores níveis em três semanas, pressionada por dados mostrando que a produção dos EUA continua em expansão, que os estoques de gasolina cresceram mais e que o número de plataformas em operação no país também está aumentando.

"Todos os sinais nos EUA ainda apontam que a produção lá está sendo expandida", avaliou o banco alemão Commerzbank em nota a clientes, ressaltando que as atividades de perfuração vêm ganhando força quase continuamente nos últimos 11 meses.

Diante disso, investidores questionam se os esforços da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e da Rússia para cortar sua produção ao longo do primeiro semestre serão suficientes para reduzir a oferta global.

"Na segunda metade do ano, vamos testemunhar forte crescimento da produção dos EUA, o que tornará o trabalho da Opep mais difícil", comentou Giovanni Staunovo, analista do UBS.

O desempenho positivo do petróleo nos negócios da manhã pode estar também relacionado ao resultado do primeiro turno da eleição presidencial francesa, que favorece o apetite por ativos mais arriscados, como ações e commodities.

Ontem, o centrista Emmanuel Macron venceu a primeira etapa da corrida presidencial na França, ficando um pouco à frente de Marine Le Pen, candidata da extrema direita temida nos mercados financeiros por defender que o país abandone o euro. Macron e Le Pen irão se enfrentar em um segundo turno no dia 7 de maio.

 



Fonte: Dow Jones Newswires, 24/04/2017
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