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Mercado

Petróleo bate mais um recorde e preocupa EUA

03/08/2004 | 00h00

A elevação do alerta em relação a possíveis atentados terroristas pelo governo americano no domingo, citando como alvos instituições financeiras em Nova York e em Washington, fez com que os preços do petróleo estabelecessem novos recordes no mercado internacional. Na Bolsa Mercantil de Nova York, o barril do tipo leve, referência local, chegou a ser negociado bem próximo da marca de US$ 44 antes de fechar cotado a US$ 43,82, em alta de 0,04%, valor mais alto já registrado na história. Em Londres, no entanto, o barril do tipo Brent, referência internacional, fechou com queda de 0,15%, negociado a US$ 39,97. Segundo analistas, no mercado inglês os preços começaram a tendência de alta tardiamente e, portanto, não recuperaram a queda do início do dia.
Em Nova York, o barril chegou a ser cotado a US$ 43,94, recorde para negociações intraday (que considera a variação durante o dia). Na sexta, a maior cotação no mercado americano havia sido de US$ 43,85. Na semana passada, quando pela primeira vez o barril tipo Brent foi negociado acima de US$ 40 em Londres, a alta foi atribuída à crise da maior companhia petrolífera russa, a Yukos, que chegou a ser proibida de produzir e comercializar a commodity.
Nem mesmo o aumento da produção da Organização dos Países Exportadores de Petróleo em 500 mil barris diários diminuiu o nervosismo no mercado. O incremento, que já havia sido anunciado em junho, entrou em vigor no domingo e elevou para 26 milhões de barris a cota de produção diária da Opep.
A alta do petróleo já preocupa as autoridades. O secretário do Tesouro dos EUA, John Snow, afirmou que os elevados preços são um ``fardo`` para a economia americana. Em entrevista à rede de TV americana CNN, Snow disse que os preços do petróleo ``representam um extraordinário montante de dinheiro que poderia ser renda disponível nos bolsos dos americanos para comprar bens e serviços``. Segundo ele, essa tendência de alta ``torna mais difícil a recuperação econômica e coloca ventos contrários no caminho da retomada``. Apesar disso, Snow disse que a alta não deve tirar os EUA do caminho do crescimento.



Fonte: Jornal do Brasil
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