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Cotação

Petróleo avança no mercado internacional em reação a eventos na Líbia

21/03/2011 | 10h59
Os contratos futuros de petróleo apresentam alta na manhã de hoje, em reação aos eventos na Líbia. Os ataques de forças aliadas contra o regime de Muamar Kadafi agravaram o conflito, que tem prejudicado as exportações da commodity (matéria-prima) do país. Às 10h33 (horário de Brasília), o contrato futuro de petróleo tipo WTI com vencimento em abril subia 1,19%, para US$ 102,27 o barril, na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês). Na plataforma ICE de Londres, o contrato futuro do petróleo tipo Brent com vencimento em maio avançava 1,29%, para US$ 115,40 o barril.

 
Ataques aéreos foram feitos depois que o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) autorizou o uso de "todos os meios necessários" para proteger a população civil da Líbia e forçar os defensores de Kadafi a obedecer um cessar-fogo e uma área de exclusão aérea. As forças de Kadafi recuaram da cidade de Benghazi, mas nenhum dos dois lados do conflito parece estar conseguindo obter o controle do país.


Analistas acreditam que os preços do petróleo ficarão perto das máximas recentes enquanto os ataques continuarem, já que um conflito prolongado pode danificar a infraestrutura de energia do país e tornar a retomada da produção de petróleo mais difícil. Antes da rebelião da população líbia em fevereiro, o país exportava cerca de 1,3 milhão de barris por dia.


Acrescentando tensão no Oriente Médio, manifestantes entraram em confronto com forças do governo no Iêmen, no Bahrein e na Síria durante o fim de semana, aumentando as preocupações com uma disseminação dos protestos para outros países da região, onde estão os maiores produtores de petróleo do mundo.


Os preços do petróleo também são impulsionados pela redução dos receios com uma catástrofe nuclear no Japão, já que os reatores da usina Daiichi, em Fukushima, parecem estar se estabilizando. No entanto, a agência de segurança nuclear japonesa informou que um dos reatores da usina está expelindo fumaça, o que mostra que a crise ainda não terminou.


Fonte: Redação/ Agências
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