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Energia elétrica

Petróleo ajuda Ampla a ter o maior lucro desde a privatização

24/03/2006 | 00h00

O boom da atividade petrolífera no estado do Rio, e o conseqüente crescimento da atividade econômica nos municípios do Norte fluminense, contribuiu para que a Ampla, distribuidora de energia que abastece 73% do estado, obtivesse lucro líquido de R$ 126 milhões no ano passado – o maior desde que foi privatizada no fim de 1997 e o segundo maior entre as distribuidoras do País.

Pertencente à espanhola Endesa, que também controla a distribuidora Coelce, de Fortaleza, a Ampla registrou, em 2005, aumento de 21,9% da receita líquida, que saltou de R$ 1,761 bilhão para R$ 2,146 bilhões.

Diretor presidente da Ampla e presidente da Endesa Brasil, o chileno Marcelo Llévenes anunciou que a receita decorreu de um aumento de 7,2% das vendas físicas entre 2004 e 2005. Também resultou de ligeira diminuição (0,7 ponto percentual) dos furtos de energia, que contribuíram para baixar de 22,8% para 22,1% o total daquilo que tecnicamente é conhecido como perdas gerenciáveis.

Segundo Llévenes, o bom desempenho no ano passado poderia ter sido ainda melhor, caso a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) tivesse atendido à solicitação de um reajuste tarifário acima de 10% em 2005 – obteve 2,3%. Apesar do lucro líquido, justificou, o estoque acumulado de prejuízos permanece em R$ 507 milhões. Só em 2004 a empresa conseguiu reverter uma seqüência de três anos seguidos de prejuízos. O objetivo, no Brasil, segundo Llévenes, é conseguir remunerar os acionistas da empresa.

Com relação às vendas no estado, o executivo informou que a taxa média de crescimento foi maior, no ano passado, nos municípios de Petrópolis e Teresópolis, na Região Serrana, e da Região dos Lagos e do Norte-fluminense (notadamente Macaé e Rio das Ostras), onde a taxa de 12% superou a média.

As cidades dessa região, segundo Llévenes, concentraram o fluxo migratório, em função da riqueza do petróleo. Tal fenômeno acabou por demandar um número maior de novas ligações a partir do programa Luz para Todos. Para este ano, o executivo prevê que 6 mil novas famílias devam demandar novas ligações.



Fonte: Gazeta Mercantil
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