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Paralisação

Petroleiros fazem greve de advertência por 24 horas

26/09/2012 | 09h40

 

Em assembléia, os petroleiros decidiram realizar nesta quarta-feira (26) uma paralização nacional de advertência, programada para durar 24h, nas unidades operacionais e administrativas da Petrobras e suas subsidiárias. De acordo com a Federação Única dos Petroleiros (FUP), que congrega 12 dos 17 sindicatos da categoria, com a paralisação não haverá troca de turnos nas refinarias, terminais, termoelétricas, usinas de biodiesel e áreas de produção terrestre.
O coordenador-geral da FUP, João Antônio de Moraes, informou que nas plataformas marítimas, os trabalhadores suspenderão as emissões de permissão de trabalho e, no setor administrativo, a orientação é para que ninguém entre para trabalhar.
Segundo Moraes, a greve de advertência é "para pressionar a Petrobras a apresentar uma nova proposta que contemple as principais reivindicações dos petroleiros". A empresa oferece 6,5% de reajuste com ganho real de 0,9% e 1,2%. A empresa também propõe um abono referente a uma remuneração integral ou R$ 4 mil, descontado o valor da antecipação de R$ 1.296 reais ou 12% de uma remuneração que foi paga durante a quitação da participação nos Lucros e resultados (PLR) em 2011. Os petroleiros querem, além do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), mais 10% de ganho real.
Em Minas Gerais, os trabalhadores da Refinaria Gabriel Passos (Regap) decidiram em assembleia antecipar a greve para hoje. De acordo com o diretor do Sindicato dos Petroleiros de Minas Gerais (Sindipetro-MG), Leopoldino Martins, os petroleiros que entraram no serviço às 7h30 não foram substituídos pela turma da tarde. "Os trabalhadores decidiram iniciar a greve e não foi realizada a rendição", disse.
A Petrobras informou, por meio de nota, que apresentou na quarta-feira (19) sua proposta de acordo coletivo de trabalho (ACT) 2012. A empresa propôs um reajuste de 6,5%, além de uma gratificação paga de uma só vez. Conforme acertado com todos os sindicatos no ACT 2012, estão em negociação este ano somente as cláusulas econômicas do acordo. As demais, de natureza social, têm validade até 31 de agosto de 2013. As negociações, conduzidas pela área de Recursos Humanos da companhia continuam e "a Petrobras tem a expectativa de chegar a um acordo com as entidades sindicais".

Em assembléia, os petroleiros decidiram realizar nesta quarta-feira (26) uma paralização nacional de advertência, programada para durar 24h, nas unidades operacionais e administrativas da Petrobras e suas subsidiárias. De acordo com a Federação Única dos Petroleiros (FUP), que congrega 12 dos 17 sindicatos da categoria, com a paralisação não haverá troca de turnos nas refinarias, terminais, termoelétricas, usinas de biodiesel e áreas de produção terrestre.


O coordenador-geral da FUP, João Antônio de Moraes, informou que nas plataformas marítimas, os trabalhadores suspenderão as emissões de permissão de trabalho e, no setor administrativo, a orientação é para que ninguém entre para trabalhar.


Segundo Moraes, a greve de advertência é "para pressionar a Petrobras a apresentar uma nova proposta que contemple as principais reivindicações dos petroleiros". A empresa oferece 6,5% de reajuste com ganho real de 0,9% e 1,2%. A empresa também propõe um abono referente a uma remuneração integral ou R$ 4 mil, descontado o valor da antecipação de R$ 1.296 reais ou 12% de uma remuneração que foi paga durante a quitação da participação nos Lucros e resultados (PLR) em 2011. Os petroleiros querem, além do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), mais 10% de ganho real.


Em Minas Gerais, os trabalhadores da Refinaria Gabriel Passos (Regap) decidiram em assembleia antecipar a greve para hoje. De acordo com o diretor do Sindicato dos Petroleiros de Minas Gerais (Sindipetro-MG), Leopoldino Martins, os petroleiros que entraram no serviço às 7h30 não foram substituídos pela turma da tarde. "Os trabalhadores decidiram iniciar a greve e não foi realizada a rendição", disse.


A Petrobras informou, por meio de nota, que apresentou na quarta-feira (19) sua proposta de acordo coletivo de trabalho (ACT) 2012. A empresa propôs um reajuste de 6,5%, além de uma gratificação paga de uma só vez. Conforme acertado com todos os sindicatos no ACT 2012, estão em negociação este ano somente as cláusulas econômicas do acordo. As demais, de natureza social, têm validade até 31 de agosto de 2013. As negociações, conduzidas pela área de Recursos Humanos da companhia continuam e "a Petrobras tem a expectativa de chegar a um acordo com as entidades sindicais".

 



Fonte: Agência Brasil
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