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Paralisação

Petroleiros farão greve de 24 horas e ameaçam ampliar movimento

25/09/2012 | 16h36

 

Os petroleiros do Brasil, que marcaram para quarta-feira (26) uma greve de 24 horas, ameaçam ampliar o movimento caso a Petrobras não atenda suas reivindicações salariais, informou nesta terça-feira (25) a Federação Única dos Petroleiros (FUP).
A paralisação de 24 horas está prevista para ocorrer dois dias antes da avaliação pela FUP, na sexta-feira (28), da possibilidade de parada por tempo indeterminado.
O coordenador-geral da FUP, João Antônio de Moraes, disse que a adesão ao movimento de quarta deverá ser integral.
"Todas as assembleias estão aprovando os indicativos dos petroleiros para a paralisação de 24 horas na quarta-feira", disse ele.
Greves de petroleiros nos últimos anos não têm tido impacto significativo na produção, uma vez que a Petrobras costuma colocar equipes de contingência nas unidades.
A estatal disse, em email enviado à "Reuters", que tem expectativa de chegar a um acordo com as entidades sindicais. "As negociações, conduzidas pela área de Recursos Humanos da companhia, continuam", informou a empresa.
Questionada sobre os riscos à produção, a empresa não se manifestou.
Até o momento, a entidade participou de três negociações com a estatal, sem que se atingisse um acordo definitivo.
A FUP pede 10% de aumento real e a Petrobras propôs reajuste salarial de 6,5%, mais gratificação.
A estatal informou que apresentou na quarta-feira passada (19) a sua proposta de reajuste, além de uma gratificação a ser paga de uma única vez.

Os petroleiros do Brasil, que marcaram para quarta-feira (26) uma greve de 24 horas, ameaçam ampliar o movimento caso a Petrobras não atenda suas reivindicações salariais, informou nesta terça-feira (25) a Federação Única dos Petroleiros (FUP).


A paralisação de 24 horas está prevista para ocorrer dois dias antes da avaliação pela FUP, na sexta-feira (28), da possibilidade de parada por tempo indeterminado.


O coordenador-geral da FUP, João Antônio de Moraes, disse que a adesão ao movimento de quarta deverá ser integral.


"Todas as assembleias estão aprovando os indicativos dos petroleiros para a paralisação de 24 horas na quarta-feira", disse ele.


Greves de petroleiros nos últimos anos não têm tido impacto significativo na produção, uma vez que a Petrobras costuma colocar equipes de contingência nas unidades.


A estatal disse, em email enviado à "Reuters", que tem expectativa de chegar a um acordo com as entidades sindicais. "As negociações, conduzidas pela área de Recursos Humanos da companhia, continuam", informou a empresa.


Questionada sobre os riscos à produção, a empresa não se manifestou.


Até o momento, a entidade participou de três negociações com a estatal, sem que se atingisse um acordo definitivo.


A FUP pede 10% de aumento real e a Petrobras propôs reajuste salarial de 6,5%, mais gratificação.


A estatal informou que apresentou na quarta-feira passada (19) a sua proposta de reajuste, além de uma gratificação a ser paga de uma única vez.

 



Fonte: Agência Reuters
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