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Internacional

Petroleiras negligenciam segurança no Ártico ao explorar região

17/01/2013 | 12h47

 

As companhias de petróleo estariam negligenciando questões vitais de segurança ao se prepararem para perfurar novas áreas no Ártico, divulgou nesta semana o chefe do observatório de segurança da indústria petrolífera da Noruega.
"Há diversas coisas que não parecem estar claramente na agenda das empresas", disse Magne Ognedal, chefe da Autoridade de Segurança do Petróleo da Noruega.
"Uma das questões é a cobertura de satélite, que é tão ruim no extremo norte que algumas pessoas dizem que não é possível navegar com segurança naquelas áreas", acrescentou ele
Perigo no Polo Norte
Estima-se que o Ártico detenha cerca de 30% das reservas mundiais ainda não descobertas de gás e 13% do petróleo inexplorado, o que tem levado as empresas rumo ao norte.
No entanto, a exploração nesta região fria e remota é arriscada. No fim do ano, a empresa Shell descobriu que uma de suas sondas de perfuração ficou encalhada no Alasca durante a noite de ano novo, em meio a condições climáticas parecidas com a de um furacão.
Ambientalistas há muito afirmam que as condições desafiadoras do Ártico tornam demasiado arriscada a buscar por hidrocarbonetos. Um vazamento, dizem eles, seria praticamente impossível de limpar.
Dificuldades
A Noruega, oitavo maior exportador mundial de petróleo, é uma das várias nações árticas abrindo vastas faixas de área costeira do norte para empresas petrolíferas, a maior parte delas livre de gelo e relativamente acessíveis até o momento. Mas as companhias de petróleo também estão olhando ainda mais para o norte, para regiões mais difíceis.
Rota marítima será equipada
Nesta quinta-feira (17), a Rússia divulgou que vai construir dez centros de salvamento na região ártica para garantir a segurança das embarcações que navegarem pela rota marítima da região.
Segundo o governo, o objetivo é fornecer segurança à população que vive na região e aos funcionários de petroleiras e companhias de gás que operam na área.
Os centros de emergência vão contar com aviões e equipamentos para operações de resgate na superfície do mar e também nas profundezas.

As companhias de petróleo estariam negligenciando questões vitais de segurança ao se prepararem para perfurar novas áreas no Ártico, divulgou nesta semana o chefe do observatório de segurança da indústria petrolífera da Noruega.


"Há diversas coisas que não parecem estar claramente na agenda das empresas", disse Magne Ognedal, chefe da Autoridade de Segurança do Petróleo da Noruega.


"Uma das questões é a cobertura de satélite, que é tão ruim no extremo norte que algumas pessoas dizem que não é possível navegar com segurança naquelas áreas", acrescentou ele.



Perigo no Polo Norte

Estima-se que o Ártico detenha cerca de 30% das reservas mundiais ainda não descobertas de gás e 13% do petróleo inexplorado, o que tem levado as empresas rumo ao norte.


No entanto, a exploração nesta região fria e remota é arriscada. No fim do ano, a empresa Shell descobriu que uma de suas sondas de perfuração ficou encalhada no Alasca durante a noite de ano novo, em meio a condições climáticas parecidas com a de um furacão.


Ambientalistas há muito afirmam que as condições desafiadoras do Ártico tornam demasiado arriscada a buscar por hidrocarbonetos. Um vazamento, dizem eles, seria praticamente impossível de limpar.



Dificuldades


A Noruega, oitavo maior exportador mundial de petróleo, é uma das várias nações árticas abrindo vastas faixas de área costeira do norte para empresas petrolíferas, a maior parte delas livre de gelo e relativamente acessíveis até o momento. Mas as companhias de petróleo também estão olhando ainda mais para o norte, para regiões mais difíceis.



Rota marítima será equipada


Nesta quinta-feira (17), a Rússia divulgou que vai construir dez centros de salvamento na região ártica para garantir a segurança das embarcações que navegarem pela rota marítima da região.


Segundo o governo, o objetivo é fornecer segurança à população que vive na região e aos funcionários de petroleiras e companhias de gás que operam na área.


Os centros de emergência vão contar com aviões e equipamentos para operações de resgate na superfície do mar e também nas profundezas.

 



Fonte: G1
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