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Petroquímica

Petroflex irá distribuir metade do lucro

31/01/2005 | 00h00

A Petroflex, única fabricante de borracha sintética do país, vai surpreender o mercado com uma distribuição de dividendos recorde correspondente a 52% do seu lucro líquido de 2004, de R$ 98,3 milhões, o maior dos últimos dez anos. No quarto trimestre, isoladamente, a companhia lucrou R$ 31 milhões.
Luiz Carlos Lopes, diretor financeiro da empresa, afirma que serão repartidos aos acionistas R$ 51,1 milhões, dos quais R$ 15,6 milhões já foram distribuídos em 2004 em duas tranches sob a forma de juro sob capital . No dia 11 de fevereiro, serão pagos aos acionistas os restantes R$ 35,5 milhões sob a forma de dividendos.
Este é o segundo ano que a empresa divide seu lucro com seus acionistas, depois de ter passado alguns anos no vermelho. No ano passado, primeiro ano de repartição dos seus ganhos com acionistas, foram distribuídos R$ 3,5 milhões em dividendos. Lopes destacou que poucas pessoas vão estar realizando um dividendo yield de 10,2% ante 1,5% em 2003.
O bom resultado da Petroflex em 2004 foi ancorado principalmente nas vendas domésticas, que cresceram 15%, enquanto as exportações encolheram 10,6% em boa parte por conta da apreciação do real. A receita operacional líquida da empresa no ano fechou em R$ 1,3 bilhão ou 19,6% acima de 2003, correspondente à venda de 363,4 mil toneladas de borracha sintética, sendo que 33% referiram-se a produtos de maior valor agregado.
Com o aquecimento imprevisto do mercado interno, a Petroflex conseguiu realinhar preços no ano passado e, assim, recuperar a margem bruta, que voltou aos níveis de 2002, de 20,1% ante 13,2% em 2003, ano recessivo. Isso propiciou um aumento do seu caixa. O resultado lajida no ano passado foi de R$ 181,9 milhões ou 69,5% acima do de 2003. A margem lajida cresceu de 9,8% para 13,9%.
As despesas financeiras da companhia tiveram uma redução de 5,6%, saindo de R$ 40,2 milhões de resultado financeiro líquido negativo, em 2003, para R$ 37,9 milhões negativos em 2004.



Fonte: Valor Econômico
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