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Petroquímica

Petroflex anuncia mais agressividade no exterior

20/07/2004 | 00h00

A Petroflex, maior produtora de borracha sintética da América Latina e controlada pela Braskem e Suzano, colhe frutos de seu processo de internacionalização, iniciado em 2003, e parte para estratégia mais agressiva no mercado externo: no início de 2005 será inaugurado escritório da empresa nos Estados Unidos, o terceiro no exterior, e o próximo passo será a formação de joint-ventures para agregar valor ao produto básico feito no Brasil. A informação é do diretor comercial da companhia, Wanderlei Passarella,
A Petroflex vai produzir este ano 350 mil toneladas de borracha sintética, 10 mil a mais do que no ano passado, e tem meta de chegar em 2007 com 380 mil toneladas. O produto é usado principalmente pelos setores automobilístico e de calçados, mas também está presente em satélites, foguetes, indústria de alimentos, asfalto e adesivos, entre outros.
Os investimentos para elevar o valor agregado dos produtos e expandir a produção serão de US$ 64 milhões até 2007, informou Pasarella, ressaltando que a estratégia já está sendo percebida no faturamento da empresa este ano. "Essa estrutura de expansão internacional já está dando resultados, a participação dos produtos mais nobres no faturamento cresceu de 25% para 28% nas vendas até maio", explicou o diretor.
A meta é que essa participação suba para 30% até o final do ano e chegue em 2007 representando 45% das vendas. Na Europa, onde foi aberto o primeiro escritório da empresa no exterior, localizado na Holanda, as vendas de produtos com maior valor agregado correspondem a 67% do total vendido, disse o chefe do escritório, Sérgio Melchert, em visita ao Brasil. O faturamento na região subiu de US$ 22 milhões para US$ 30 milhões após a abertura do escritório.
"O mercado está tão bom que já pensamos em joint-venture para montar armazéns de estoques de produto", afirmou Melchert. O segundo escritório da empresa fora do Brasil, em Hong Kong, também não fica atrás, segundo o gerente regional Johnny Yeung. De olho na China, mas com presença em vários mercados asiáticos, Yeung destacou as investidas da Petroflex na Índia e em outros mercados emergentes da região.
"O mercado na Europa está mais maduro, mas na Ásia temos muito o que fazer", disse o executivo. A Petroflex, com estratégia independente em relação aos controladores, não prevê mudanças na sua atuação com uma possível reestruturação no setor petroquímico. "Não estamos ligados ao setor estratégico dos nossos controladores. E, mesmo que mude o nosso controle, acredito que a Petroflex vai seguir com seus planos de internacionalização", disse Passarella.



Fonte: Jornal do Commercio
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