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Gás natural

Petrobras vai investir R$ 6 bi no segmento até 2010

06/04/2005 | 00h00

Jorge Roberto Abrahão Hijjar, gerente de desenvolvimento do mercado de gás da Petrobras, não quis comentar a previsão do diretor da Repsol de que vai faltar gás em 2008. Hijjar disse que a estatal está investindo US$ 6 bilhões até 2010 para mais do que dobrar a oferta atual de gás natural de 30 milhões de m³/dia para 77 milhões de m³/dia, sem contar com o gás consumido pela própria estatal. "Isso está no nosso plano estratégico, que prevê crescimento de 14% ao ano do mercado até o fim da década" disse ele, que também participou do seminário "Petróleo e Gás no Brasil: a hora de crescer",
Na verdade, a estatal está trabalhando na área de logística para "antecipar" novos mercados para o gás natural. Ele disse que a malha de gasodutos no país é muito esparsa e isso cria "barreiras" ao suprimento do produto, ao contrário das malhas dos EUA e Canadá. "A idéia é transportar o gás natural comprimido (GNC) e o gás natural liquefeito (GNL) via carretas, trem e até balsas, enquanto não houver gasoduto suficiente para isso, sempre desenvolvendo mercados junto com as distribuidoras locais."
Na área de GNL, a Petrobras já estuda a construção de uma unidade-protótipo em um Estado do Nordeste, que ainda não foi escolhido, mas que ficará entre Bahia e Ceará. A unidade deverá produzir 50 mil m³/dia, volume considerado pequeno, mas suficiente para o Nordeste, como destacou Hijjar. A fábrica Gemini, de GNL, parceria da Petrobras com a White Martins em Paulínia, produz 380 mil m³/dia. A White Martins já estuda a duplicação da planta, pois o mercado está bom, adiantou Hijjar.
No caso do GNC, a Petrobras quer estimular empreendedores privados a instalar unidades de compressão para produzi-lo e vendê-lo. O custo total de uma fábrica de compressão é de US$ 1 milhão. Somente em casos estratégicos, de grandes distâncias e meios de transporte diversos, como o projeto Manaus de envio de gás de Urucu para Manaus, que usa carreta e barcaça, ou o projeto do Piauí, que leva gás em carreta do Ceará ao Piauí, é que a estatal fará investimentos. Mas pretende ter sócios privados. Hijjar acredita em vários negócios nessa área até 2006.



Fonte: Valor Econômico
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