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Campo de Frade

Petrobras vai apoiar juridicamente a Transocean e a Chevron

16/08/2012 | 09h47

 

A Petrobras vai usar o seu departamento jurídico para ajudar a Chevron e a Transocean na tentativa de cassar na Justiça Federal a liminar que determina a suspensão das operações das duas companhias no país até o final deste mês, devido ao acidente ocorrido no Campo de Frade, na Bacia de Campos, em novembro do ano passado, que provocou o vazamento de 3,7 mil barris de petróleo no mar.
“Nós vamos ajudar a Transocean, nós vamos ajudar a Chevron, nesse trabalho de mostrar à Justiça que na nossa visão não há razão para este embargo aqui no Brasil. A nossa intenção é ajudar sim, até porque como vocês sabem nós temos oito sondas contratadas da Transocean. Nós vamos respeitar, claro, a decisão da Justiça, mas vamos tentar ajudar [na suspensão da liminar]”, disse na quarta-feira (15) o diretor de Exploração e Produção da empresa, José Formigli, durante apresentação do detalhamento do plano de E&P da companhia.
Ele adiantou que das oito sondas que a Petrobras mantém sob contrato com a Transocean, sete estão em operação. “Várias dessas sondas estão sendo utilizadas nos trabalhos de exploração e a paralisação dessas sondas, é claro, trará impacto para a companhia. É por isso que o nosso jurídico já está trabalhando junto com a Transocean e, na medida do possível, de forma articulada também com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustível [ANP]”.
Na avaliação do diretor de Exploração e Produção, o entendimento da Petrobras é que “não há motivo para o embargo à Transocean”. Para o diretor, a paralisação das atividades da operadora comprometeriam no curto e médio prazo as metas de produção estipuladas pela companhia.
Por determinação do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, atendendo a solicitação do Ministério Público Federal, a Transocean e a Chevron deverão até o fim deste mês suspender suas atividades no país.

A Petrobras vai usar o seu departamento jurídico para ajudar a Chevron e a Transocean na tentativa de cassar na Justiça Federal a liminar que determina a suspensão das operações das duas companhias no país até o final deste mês, devido ao acidente ocorrido no Campo de Frade, na Bacia de Campos, em novembro do ano passado, que provocou o vazamento de 3,7 mil barris de petróleo no mar.


“Nós vamos ajudar a Transocean, nós vamos ajudar a Chevron, nesse trabalho de mostrar à Justiça que na nossa visão não há razão para este embargo aqui no Brasil. A nossa intenção é ajudar sim, até porque como vocês sabem nós temos oito sondas contratadas da Transocean. Nós vamos respeitar, claro, a decisão da Justiça, mas vamos tentar ajudar [na suspensão da liminar]”, disse na quarta-feira (15) o diretor de Exploração e Produção da empresa, José Formigli, durante apresentação do detalhamento do plano de E&P da companhia.


Ele adiantou que das oito sondas que a Petrobras mantém sob contrato com a Transocean, sete estão em operação. “Várias dessas sondas estão sendo utilizadas nos trabalhos de exploração e a paralisação dessas sondas, é claro, trará impacto para a companhia. É por isso que o nosso jurídico já está trabalhando junto com a Transocean e, na medida do possível, de forma articulada também com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustível [ANP]”.


Na avaliação do diretor de Exploração e Produção, o entendimento da Petrobras é que “não há motivo para o embargo à Transocean”. Para o diretor, a paralisação das atividades da operadora comprometeriam no curto e médio prazo as metas de produção estipuladas pela companhia.


Por determinação do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, atendendo a solicitação do Ministério Público Federal, a Transocean e a Chevron deverão até o fim deste mês suspender suas atividades no país.

 



Fonte: Agência Brasil
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