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Álcool de cana

Petrobras terá cinco usinas de etanol

27/09/2007 | 00h00


A diretoria da Petrobras deverá aprovar "nas próximas semanas" a participação em cinco projetos voltados à produção de etanol para a exportação, com capacidade de produção de 1 bilhão de litros por ano. Os projetos são novos e estão localizados em áreas novas, nos Estados de Goiás e Mato Grosso.

A informação é do diretor de abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, em entrevista à imprensa logo após palestra sobre o Comperj no Instituto Brasileiro de Executivos Financeiros (Ibef). Além da Petrobras, os projetos contarão com participação da japonesa Mitsui e o produto será destinado para o Japão, para ser entregue a partir de 2010. Segundo Costa, a Petrobras e a Mitsui deverão ter participações iguais que, somadas, corresponderão a 20% ou 30% de cada projeto.

O controle será de empresas privadas e cada projeto pertence a um grupo econômico, segundo ele. Costa disse que a sua intenção é encaminhar o projeto para aprovação da diretoria já na semana que vem, mas ele não sabe se haverá tempo. "Será nas próximas semanas. Os projetos básicos já estão definidos", garantiu.

Costa prevê que cada projeto vai exigir investimentos em torno de US$ 200 milhões. No ano que vem, a Petrobras deverá contratar outros 15 projetos, também destinados à exportação, com mais 3 bilhões de litros de etanol. Com isso, a empresa espera concluir a contratação de uma capacidade total de 4 bilhões de litros de álcool para 2012, previstos no seu planejamento estratégico.

Ao todo, segundo o executivo, a Petrobras analisou mais de 40 projetos. "Todo dia chega projeto novo na empresa. Estamos escolhendo os que oferecem melhor retorno e melhores instalações em termos de logística", explicou. Costa admitiu que a empresa não atingirá a meta de exportar 800 milhões de litros de etanol este ano devido a "diversos problemas". Segundo ele, houve problemas para os embarques para a Nigéria e o contrato com a Venezuela, que previa embarques de 20 milhões de litros mensais, não chegou a ser implementado.

Os embarques para o Japão "estão indo bem", já que aquele país tem interesse em diversificar as suas fontes de suprimento de energia, mas ainda estão em fase experimental. "O Japão não quer ficar dependendo apenas do Oriente Médio para a importação de energia", argumentou.

Os projetos aprovados pela Petrobras são "complexos bioenergético", segundo Costa. Ou seja, além de produzirem etanol as novas usinas também gerarão eletricidade e se candidatarão a créditos de carbono. A Petrobras, porém, está assumindo o compromisso de adquirir apenas o etanol. A eletricidade e os créditos de carbono serão comercializados pelo dono do projeto.

Fonte: Jornal do Commercio
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