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E&P

Petrobras será sócia da PDVSA em 5 campos

22/01/2007 | 00h00

O estabelecimento de condições para a Petrobras participar do desenvolvimento de cinco campos de petróleo no interior da Venezuela, com a participação acionária de 40% e de 60% da PDVSA. Este é um dos quatro itens da Carta de Intenções assinada nesta quinta-feira entre os presidentes da Petrobras, José Sérgio Gabrielli de Azevedo, e da PDVSA, Rafael Ramirez, que serviu para consolidar os pontos acordados em reuniões anteriores. A última, com a participação de executivos de ambas as empresas, foi realizada na quarta-feira (17).

O documento se refere a projetos que vêm sendo desenvolvidos pela Petrobras e PDVSA. Eles fazem parte de um conjunto de acordos assinados a partir de 2005, os quais continuam em estudo pelas companhias, conforme rotina estabelecida, visando encontrar soluções que permitam a concretização dos negócios.

A Petrobras estuda investimentos em projetos para a produção de gás em águas territoriais venezuelanas, e em petróleo em cinco campos maduros atualmente operados em terra pela PDVSA, além do campo Carabobo-1, na região chamada Faixa do Orinoco, na margem norte do rio com mesmo nome. Adicionalmente, foram analisados os projetos do gasoduto ligando o Brasil e Venezuela, e a participação da PDVSA na refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, próximo ao porto de Suape, já em fase de engenharia básica no Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes).

Também ficou acertado o interesse mútuo no desenvolvimento de uma planta na Venezuela para melhoramento de petróleo extra pesado, oriundo da Faixa do Orinoco, com percentuais de participação a serem definidos e a criação de uma empresa mista na Venezuela, resultante da associação da PDVSA com a Petrobras, para desenvolver o campo de petróleo extra pesado de Carabobo-1, com controle acionário de PDVSA.

Por outro lado, a Petrobras será controladora de uma empresa a ser criada no Brasil, para projetar, construir e operar a Refinaria de Abreu e Lima, no estado de Pernambuco; e continuação dos estudos de viabilidade econômica para desenvolver o complexo gasífero de Mariscal Sucre. A metade da produção (17 milhões de metros cúbicos por dia) seria destinada para o mercado interno venezuelano, e a outra metade para a etapa inicial do gasoduto que interligará a Venezuela ao Nordeste brasileiro. Em sua plena capacidade, estima-se que o gasoduto deverá escoar 50 milhões de metros cúbicos por dia, provenientes de outros campos da Venezuela.



Fonte: Monitor Mercantil
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