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Leilão da ANP

Petrobras se associa para fincar pé na bacia de Campos

29/03/2018 | 11h37
Petrobras se associa para fincar pé na bacia de Campos
TN Petróleo TN Petróleo

Todos os blocos oferecidos na bacia de Campos foram arrematados em uma disputa acirrada, na qual a Petrobras, sempre consorciada com diferentes oil companies, perdeu apenas um bloco para a concorrência. Petrobras (30%), ExxonMobil (40%) e Statoil Brasil (30%) arremataram os dois primeiros blocos (CM-657 e 709), disputados pela Shell, Chevron e Petrogal.

Em seguida, a ExxonMobil, junto com a Petrobras e QPI, arremataria o bloco 753, ambicionado também por dois consórcios de peso - um formado pela Shell, Chevron e Petrogal e outro, pela BP Energy, Total E&P e Statoil. Esse mesmo consórcio da petroleira brasileira sairia vencedor na disputa do bloco CM-789, que recebeu lance da Shell-Chevron. Mas a anglo holandesa, junto com a Chevron e a Petrogal, venceu a disputa na licitação do bloco CM-791, único para o qual a estatal brasileira fez um lance dentro de consórcio e não levou. BP e Statoil arremataram os blocos CM-755 e 793 e a Repsol, em consórcio com a Shell Brasil e Wintershall, arrematou os blocos 821 e 823 da bacia de Campos.
O bônus de assinatura total arrecadado com a concessão desses blocos foi de R$ 7,5 bilhões. O investimento mínimo previsto para a bacia é de cerca de R$ 862,75 milhões. O maior valor foi pago pela ExxonMobil, Petrobras e QPI – R$2,8 bilhões.
Institucional


Autor: Redação
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