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Novas plataformas

Petrobras revê estratégia de contratação

09/04/2007 | 00h00

Os processos de seleção para contratação dos serviços de construção das plataformas P-55 e P-57 foram encerrados, por preços excessivos, em janeiro de 2007. Em conseqüência, os processos de contratação dos módulos de geração de energia e compressão de gás de ambas as plataformas foram cancelados.

A Petrobras está definindo novas estratégias para as contratações destas plataformas com o intuito de otimizar os projetos e assim obter melhores condições comerciais. As especificações técnicas estão sendo revisadas e quando estiverem prontas será estabelecida uma nova concorrência para a sua construção, mantidas as políticas de maximização de utilização do mercado nacional, dentro dos critérios de competitividade em prazo, custo e qualidade.

De modo a compensar o atraso no programa de produção de petróleo, a Petrobras decidiu antecipar a construção da plataforma P-56, destinada ao campo de Marlim Sul, na Bacia de Campos. Esta unidade apresenta características muito semelhantes à plataforma P-51, ora em construção para o mesmo campo de petróleo. Assim, a Petrobras está iniciando um processo de negociação com o mesmo consórcio construtor da P-51, para repetir este projeto e otimizar os prazos para sua entrada em operação.

A P-55 será uma unidade do tipo semi-submersível, com capacidade de produção de 180 mil barris diários de petróleo e 4,5 milhões de metros cúbicos por dia de gás natural, a ser instalada em profundidade de 1.795 metros no campo de Roncador, no litoral norte do Rio de Janeiro. A P-56 será uma unidade do tipo semi-submersível, com capacidade de produção de 100 mil barris diários de petróleo e 6 milhões de metros cúbicos por dia de gás natural, a ser instalada em local onde a profundidade é de 1.700 metros no campo de Marlim Sul, no litoral norte do Rio de Janeiro. A P-57 será uma unidade estacionária de produção do tipo FPSO (Floating Production, Storage and Offloading), com capacidade de produção de 180 mil barris diários de petróleo e 2 milhões de metros cúbicos de gás natural, a ser instalada no campo de Jubarte, litoral do Espírito Santo, em profundidade de 1.246 metros.



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