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Bolívia

Petrobras retira marca de postos

12/07/2007 | 00h00
A Petrobras iniciou a retirada de sua marca da rede de postos que operava na Bolívia até o ano passado. A decisão foi tomada após a consolidação das mudanças promovidas no mercado de petróleo daquele país, que levaram a estatal a abandonar o setor de distribuição de combustíveis e vender suas refinarias à estatal local YPFB. Em nota divulgada ontem, a Petrobras Bolívia informou também que deixa de fabricar e vender os lubrificantes Lubrax no país vizinho.

"A partir da entrega das refinarias, a companhia está impossibilitada de garantir a qualidade dos produtos aos consumidores finais na Bolívia", justificou a subsidiária boliviana da estatal. A marca Petrobras começou a estampar postos bolivianos em 2001 e estava presente em 26 pontos de venda espalhados pelo país. No mercado de lubrificantes, a marca Lubrax detinha 27% das vendas, afirma o texto.

O segmento de distribuição foi reestatizado em julho do ano passado, cumprindo as determinações do decreto de nacionalização Heróis do Chaco, de 1º de maio de 2006. Já as refinarias foram transferidas à YPFB no final do mês passado, após intensas negociações a respeito do preço dos ativos. A Petrobrás recebeu uma primeira parcela de US$ 56 milhões no início de junho - o restante será pago em agosto.

Na maior parte dos casos, os postos com bandeira Petrobrás eram operados em parceria com empresários privados, informou a Petrobras Bolívia. Além da estatal brasileira, outras seis empresas operavam no mercado boliviano de distribuição de combustíveis antes da nacionalização. Todas tiveram de deixar o negócio em julho de 2006. Na época, a Petrobras já admitia a possibilidade de sair da revenda, retirando sua marca da rede de postos.

O governo boliviano está confiante na retomada dos investimentos estrangeiros no setor de petróleo, suspensos após a nacionalização das reservas. Essa semana, o presidente interino da YPFB, Guillermo Aruquipa, disse que a empresa está finalizando a primeira etapa de negociações após a assinatura dos novos contratos de exploração e produção, em maio deste ano. As companhias que operam no país têm prazos entre 90 e 120 dias para apresentar novos planos de investimento em suas concessões.
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Fonte: Agência Estado
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