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Economia

Petrobras responde por mais de 13% da arrecadação dos estados

17/08/2011 | 16h03
Enquanto o embate pela divisão dos royalties do petróleo parece longe de uma solução no Congresso, o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, apresentou nesta quarta-feira (17), na Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados, dados que mostram a participação da companhia nas receitas de todos os estados brasileiros.

"A Petrobras representa mais de 13% da arrecadação de todos os estados, à exceção de São Paulo", afirmou o executivo. Considerando recursos do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), royalties e participações especiais, a participação da companhia na arrecadação paulista é de 7,7%.

Já no Amapá, por exemplo, a participação chega a 36,5%, superando o Rio de Janeiro, cuja parcela é de 35,9%. Na região Nordeste, a menor fatia nas receitas estaduais ocorre em Pernambuco, com 15,7%.


Produção

Gabrielli destacou que a capacidade de produção de petróleo da companhia no Brasil dobrará até 2015. De acordo com o plano de investimentos de US$ 224,7 bilhões para o período de 2011 a 2015, será acrescida uma capacidade de 2,3 milhões de barris por dia. Atualmente, a produção no país é de 2,1 milhões de barris por dia. "Vamos crescer em cinco anos toda a capacidade que a companhia teve nos últimos 50 anos", afirmou o executivo.

Gabrielli afirmou aos parlamentares que a exploração e a produção de petróleo ganharam mais destaque no novo plano aprovado em julho, bem como investimentos em fábricas de fertilizantes - que utilizam gás natural. Além disso, a Petrobras planeja se tornar líder no mercado brasileiro de etanol nos próximos anos. "O segundo pré-sal é crescimento pujante da demanda brasileira por derivados de petróleo", completou.


Equipamentos

Gabrielli afirmou que todos os equipamentos que devem entrar em operação até 2013 já foram contratados e estão em construção. "Agora estamos na fase de contratar 2014 e 2015", acrescentou.

Ele destacou que é preciso um esforço para aumentar a capacidade nacional em fornecer turbomáquinas, estruturas e sistemas navais, tubulações e válvulas e equipamentos de telecomunicações.

Apesar da concentração dos investimentos da companhia no Sudeste, ele avaliou que é possível descentralizar o fornecimento dos equipamentos para a exploração de petróleo, espalhando as indústrias nos diversos estados no país. "O grande desafio hoje é acabar com gargalos e fazer a cadeia de fornecedores crescer", completou.

Por outro lado, Gabrielli considerou que boa parte dos fornecedores terá dificuldade em obter mão de obra qualificada suficiente para atender à demanda de investimentos da companhia. Segundo a Petrobras, 78.402 profissionais já foram qualificados desde o início do ano passado, mas a necessidade de recursos humanos chega a 212.638 trabalhadores até 2014.


Preços

O diretor Financeiro e de Relações com Investidores da Petrobras, Almir Barbassa, reiterou nesta quarta-feira a decisão da companhia de manter sua atual política de preços para os combustíveis. "Não pretendemos mudar. Reafirmamos nossa política de preços", disse o executivo durante teleconferência com analistas e investidores realizada nesta manhã. "E não há data para reajustes de preços", complementou.


Fonte: Agência Estado
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