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Gás Natural

Petrobras quer mercado de gás mais flexível

17/12/2009 | 09h33
O desafio de transformar em receita as reservas de gás, que deverão crescer substancialmente com o pré-sal, exigirá da Petrobras uma boa dose de criatividade e capacidade de oferecer opções aos clientes. Tanto que a palavra-chave para atingir o objetivo de monetizar as reservas tem sido flexibilizar. No comando dessa estratégia está a diretora de Gás & Energia da estatal, Graça da Silva Foster, que garante que a ação neste sentido será benéfica também aos clientes da companhia, que terão acesso a um gás mais barato. "Às vezes, especialistas pensam que a flexibilidade é só para o Gás & Energia da Petrobras. Não! Flexibilidade significa gás barato para os meus clientes", diz a executiva.


Isso não significa que a petroleira planeje algum tipo de incentivo para estimular o consumo de gás. "A Petrobras não está pensando em estimular nada", afirma Graça Foster. A redução no preço do gás virá da expansão dos contratos flexíveis de fornecimento de gás às distribuidoras estaduais, que, por sua vez, poderão repassar o menor custo aos consumidores. Em contratos interruptíveis, a redução é de 15%. Nos leilões de curto prazo, o desconto chega a 40%. "Em todo o mundo, o gás natural firme inflexível é caro", acrescenta a executiva.


Graça Foster diz que a empresa não cumprirá o volume estipulado na cláusula de take or pay do contrato de importação da Bolívia, que é de 24 milhões de metros cúbicos por dia (m3/d) na média anual. "Devemos ficar 1 milhão de m3/d, um pouco mais ou um pouco menos, abaixo desse volume", conta a executiva. Essa afirmação foi feita antes da revelação do acordo entre a boliviana YPFB e a Petrobras para um aditivo no contrato de importação, que culminará em um pagamento adicional de US$ 100 milhões por ano aos bolivianos.


Sobre as críticas ao preço do gás natural no País, a executiva afirma que as grandes margens do setor estão com as distribuidoras estaduais de gás canalizado. E acrescenta que a Petrobras não irá praticar uma política de preços que canibalize o mercado dos outros combustíveis que a estatal produz. "Não podemos admitir a venda do gás ao absurdo de US$ 1/MMBTU, por exemplo, e aniquilar o mercado dos outros combustíveis", diz.


Fonte: Jornal do Commercio
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