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Combustíveis

Petrobras prevê `preços relativamente altos`

18/11/2004 | 00h00

A Petrobras não confirma, nem descarta, uma subida do preço da gasolina. A queda do valor do barril do petróleo no mercado internacional é considerada insuficiente para pensar em recuperação econômica.
"A médio prazo, teremos preços voláteis e relativamente altos", disse o diretor-financeiro da Petrobras, José Sérgio Gabrielli no fórum Latibex, em Madri.
O executivo lembrou que o preço do barril do tipo Brent estava a US$ 30 há seis meses, US$ 55 na semana passada e ontem fechou em torno de US$ 48.
"Estamos analisando a reação do mercado. Mas não é fácil falar de recuperação sustentável agora."
Apesar do panorama internacional, nem todas as referências são pessimistas. Para a Petrobras, a decisão sobre o preço do combustível não depende apenas do mercado externo.
Primeiro porque, ao contrário da maioria dos países, o Brasil tem um processo integrado: produz, refina e vende seu próprio petróleo e derivados.

Expansão - Essa diferença ajuda a indexar seus índices com outros mercados. As melhores perspectivas da Petrobras, a sétima maior petrolífera do mundo, estão no plano de expansão de 2010.
A empresa deverá passar dos atuais 246 mil barris produzidos ao dia para 613 mil/dia. Planeja investir US$ 53,6 bilhões (60% para a produção e exploração, 21% no refino, 11% em gás e energia e 1,1% em outros gastos). E alcançar auto-suficiência em 2006.
Da cifra final de investimentos, US$ 7,5 bilhões são para o mercado internacional. A maior parte na Nigéria. Também para a Tanzânia, Japão, Colômbia, águas profundas nos Estados Unidos (abaixo dos 3 mil metros), águas rasas no golfo do México e na Ásia.
Até o início de dezembro, a Petrobras tentará fechar acordos na China e está analisando possibilidades no Chile, Paraguai e Uruguai, únicos países da América do Sul onde não tem investimentos.
No fórum de investidores da Espanha, muitos empresários destacaram também a recuperação da economia brasileira.
O mais otimista foi o presidente do banco Santander, Emílio Botín, que declarou: "O crescimento do Brasil pode chegar aos 4% e o presidente Lula tem o apoio político suficiente para aprovar as mudanças necessárias. Neste contexto, o Brasil tem um dos cenários mais favoráveis das últimas décadas".
Botín ressaltou também que toda a América Latina está em um momento favorável. Não só pelo panorama macroeconômico, mas pela maior estabilidade institucional, controle inflacionário e o apoio das instituições financeiras internacionais.
O presidente da companhia elétrica Iberdrola, Iñigo Oriol, anunciou ainda a construção de um parque de energia eólica no Rio Grande do Norte, de 50 megawatts, que estará ativo em janeiro de 2006.
Esta usina fará parte do projeto Luz para Todos, que levará eletricidade a todas as zonas rurais brasileiras.



Fonte: BBC Brasil
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