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Investimento

Petrobras poderá investir mais R$ 7 bilhões, diz Dutra

27/04/2004 | 00h00
O presidente da Petrobras, José Eduardo Dutra, anunciou que a empresa terá pelo menos R$ 7 bilhões a mais para investir, caso as novas regras para o superávit primário sejam realmente adotadas pelo governo brasileiro. O executivo afirmou, no entanto, que acha pouco provável a adoção da nova metodologia ainda este ano pela companhia. Segundo Dutra, isso deverá ocorrer apenas a partir de 2005.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) decidiu aceitar a proposta da equipe econômica comandada pelo ministro da Fazenda, Antonio Palocci. A partir de agora, os investimentos em infra-estrutura não serão mais contabilizados como gastos, para efeito de cálculo do superávit primário do governo. Dessa forma, o governo pretende desengavetar uma série de projetos de infra-estrutura das estatais brasileiras, que permitirão, segundo cálculos, acelerar a retomada do crescimento econômico do país.
O presidente da Petrobras participou nesta segunda-feira do primeiro dia do 4º Congresso Latino-Americano e do Caribe de Gás e Eletricidadade, no hotel Intercontinental, no Rio. Na ocasião, também confirmou que a realização das obras da plataforma P-51 na sede da Nuclep, em Itaguaí, não estão ameaçadas de transferência para outro país. Dutra afirmou, porém, que a diretoria da Petrobras quer negociar mudanças no decreto de isenção de ICMS para o projeto, assinado pela governadora do Rio, Rosângela Matheus, em meados de abril. O decreto é condição preponderante para a realização da obra no estado.
Dutra não quis especificar que pontos do decreto não agradaram à diretoria da Petrobras, mas comenta-se no mercado que o documento prevê o que entre a diretoria da empresa foi considerado uma excessiva interferência do governo nos assuntos internos da companhia. Entre outras coisas, o decreto prevê que cada contrato previsto para o empreendimento, principalmente os de contratação de serviços e equipamentos, sejam submetidos ao crivo do governo do Rio.
Segundo o executivo, muitos pontos do decreto dariam margem a interpretações dúbias e, que por isso, haveria a necessidade de melhorar a redação do documento. Dutra atribuiu a esse fato o atraso na assinatura do contrato para construção do casco da plataforma P-51 na Nuclep.

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