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Comperj

Petrobras pode investir US$ 20 bi na expansão

07/08/2008 | 04h40

A Petrobras já tem planejada uma expansão do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), maior investimento individual da história da companhia. Segundo o coordenador de implantação do projeto, José Ribeiro Ayres, o orçamento pode subir dos atuais US$ 8,4 bilhões para US$ 20 bilhões, caso o desenvolvimento do mercado de resinas plásticas justifique essa revisão. Ele disse que, caso aprovada, uma ampliação poderia ocorrer após os cinco primeiros anos de operação.

 

Segundo o projeto original, o Comperj terá capacidade para transformar 150 mil barris de petróleo em matéria-prima para a indústria petroquímica por dia. A unidade vai processar petróleo pesado da Bacia de Campos. O projeto elaborado pela Petrobras prevê a instalação de até oito unidades de transformação das resinas no entorno do empreendimento principal, que será instalado em Itaboraí, região metropolitana do Rio.

 

Segundo Ayres, o investimento se paga em cinco anos, uma vez que a Petrobras terá um ganho de US$ 2 bilhões por ano com o aproveitamento do petróleo pesado no mercado interno. Atualmente, este tipo de petróleo e exportado com desconto que chega a US$ 20 por barril, por conta da falta de capacidade para seu processamento no parque mundial de refino. Sem equipamentos especiais, o petróleo pesado produz mais derivados de menor valor, como o óleo combustível.

 

O executivo, que participou do seminário "Novos Cenários da Indústria do Rio de Janeiro", realizado no Riocentro, não deu maiores detalhes sobre as perspectivas de ampliação do projeto, que deve entrar em operação em 2012. As obras estão em fase de terraplenagem e alguns dos equipamentos, já em licitação. A Petrobras, no entanto, ainda não chegou a acordo com futuros parceiros no complexo, que seria responsáveis por custear parte das fábricas do entorno.

 

O Comperj faz parte de um grande plano de ampliação do parque de refino da estatal, que inclui ainda três grandes refinarias. A primeira está localizada em Pernambuco e deve entrar em operação em 2011, com capacidade para processar 200 mil barris por dia. Além disso, a companhia finaliza os estudos para duas unidades voltadas para exportação de derivados de alta qualidade - uma no Ceará, com 300 mil barris por dia, e outra no Maranhão, com 600 mil barris por dia. Os planos serão detalhados na revisão do planejamento estratégico da companhia, que deve ser anunciado em setembro.



Fonte: Jornal do Commercio
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