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PN 2011-2015

Petrobras pode adiar venda de ativos por conta da crise

08/08/2011 | 16h35
A Petrobras poderá adiar a venda de participações que possui em empresas, movimento que faz parte do seu plano de desinvestimento de 13,6 bilhões de dólares, devido ao momento ruim do mercado de ações, afirmou o presidente da companhia, José Sergio Gabrielli, nesta segunda-feira (8).

Mas a companhia não prevê alterações devido à turbulência financeira global no montante total do seu plano de investimentos de 224,7 bilhões de dólares entre 2011 e 2015, anunciado no final de julho.

Gabrielli afirma que a estatal tem potencial de atrair recursos, mesmo nas atuais condições do mercado. "Pode ser que tenhamos que modular no tempo de forma distinta ao que tínhamos pensado", admitiu o executivo sobre a venda de fatias que a petroleira possui em diversas empresas.

"É evidente, se você vai vender ações (das empresas) e o mercado de ações está desabando, talvez você tenha que esperar outro momento", afirmou Gabrielli a jornalistas, após participar de evento sobre a cadeia de fornecedores de petróleo e gás em São Paulo. Segundo ele, essa seria a única das três partes do plano de desinvestimento que poderia sofrer alterações devido à crise.

Os outros dois pontos do programa são vendas de fatias em campos de petróleo e mudanças no sistema de financiamento de fornecedores, que deverão seguir sem alterações.

"Sobre farm-outs (vendas em campos de petróleo), nós não antevemos que vai faltar apetite por esses recursos", acrescentou.

A Petrobras lançou há poucos dias seu novo plano de negócios, após longa avaliação com membros do conselho de administração, presidido pelo ministro da fazenda, Guido Mantega. O valor total do plano ficou praticamente inalterado ante o programa anterior e a empresa buscou priorizar o segmento de exploração e produção, visando acelerar a geração de caixa e valorizar suas ações.

Mas o recrudescimento da crise financeira global levou os papéis da companhia a caírem abaixo dos R$ 20 nesta segunda-feira na Bovespa.

Apesar desta situação, Gabrielli negou qualquer possibilidade de reavaliação do pacote de investimentos planejado. "Não há a menor possibilidade de rever o plano", afirmou. O executivo também afirmou que não se cogita, na companhia, o lançamento de um programa de recompra de ações, apesar de considerar o momento vantajoso para esse tipo de operação.

Segundo Gabrielli, o melhor para a empresa no momento é investir em seus projetos.


Fonte: Agência Reuters
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