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E&P

Petrobras perfura reservas mais profundas

13/10/2005 | 00h00

O sucesso na perfuração do poço recordista em profundidade na Bacia de Santos animou a Petrobras, que decidiu perfurar dois outros poços na mesma bacia em busca de reservas profundas de petróleo e gás Localizados nos blocos exploratórios BS-500 e BM-S-11, os poços devem atingir profundidades superiores a 6 mil metros. O recorde de perfuração atingido em agosto no bloco BM-S-10, foi de 6,8 mil metros.

O gerente de exploração da Petrobras, Paulo Mendonça, confirmou que os dois novos poços terão o objetivo de ultrapassar a camada de sal que separa as reservas conhecidas atualmente da rocha geradora do petróleo brasileiro. No poço recordista do BM-S-10, a estatal ultrapassou essa camada pela primeira vez em águas profundas, abrindo uma nova fronteira exploratória no Brasil, abaixo das regiões exploradas nos últimos anos.

O poço recordista encontrou indícios da existência de petróleo e gás abaixo do sal, mas a empresa ainda não informou o volume das reservas. A busca por objetivos cada vez mais profundos voltou a fazer parte da estratégia da estatal depois de duas décadas de atenção quase exclusiva aos reservatórios mais rasos, porém gigantes, na Bacia de Campos.

No BS-500, a empresa pretende chegar aos 6,7 mil metros de profundidade, segundo informou à Agência Nacional do Petróleo (ANP). O bloco foi concedido à estatal antes do fim do monopólio e já tem diversas descobertas de gás natural e petróleo de boa qualidade - contém parte das reservas gigantes, de até 400 bilhões de metros cúbicos, encontradas na Bacia de Santos em 2003, que triplicaram as reservas brasileiras do combustível.

Já no BM-S-11, o objetivo é atingir os 6 mil metros de profundidade. O bloco foi arrematado pela estatal na segunda rodada de licitações da ANP, em 2000, e fica na porção mais profunda da bacia.

Há, na geologia, uma corrente que acredita na existência de jazidas gigantes de petróleo abaixo da camada de sal, que, em Santos, se localiza em profundidades superiores a cinco mil metros. Lá está a rocha geradora do petróleo, que migrou para camadas mais rasas ao longo dos milênios, mas há dúvidas sobre a existência de reservatórios que tenham segurado parte das reservas.



Fonte: O Estado do Paraná
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